A Apple é uma das empresas mais bem-sucedidas do mundo. Na verdade, é a primeira empresa americana listada que, recentemente, ultrapassou os dois biliões de dólares (1,67 biliões de euros). Um dos seus fundadores, Steve Wozniak, analisou as chaves para o sucesso e revelou quais as qualidades que uma equipa deve ter para o projeto ter sucesso.

O sucesso da Apple, fundada em 1976, continua a despertar interesse até hoje. Como é que uma das empresas mais bem-sucedidas do mundo continua na dianteira?

A Apple, com a maior capitalização de mercado do mundo, converteu-se na primeira empresa cotada norte-americana a alcançar os dois biliões de dólares (1,67 biliões de euros) de valorização, poucos dias de cumprir o segundo aniversário da conquista dos mil milhões de dólares de capitalização por parte da multinacional.

Um de seus fundadores, Steve Wozniak, fez um balanço e revelou quais são as qualidades que as equipas devem ter para alcançar o sucesso, durante o evento online Converge, organizado recentemente pela Globant, empresa de serviços de tecnologia e inovação.

“É preciso pensar em negócios, marketing e engenharia”, começou por dizer, citado pelo Business Insider. Como vai ganhar dinheiro? Como vai distribuir o seu produto? A quem se destina? Estas são algumas das perguntas básicas que devem ser feitas em cada uma dessas áreas. Quando fundaram a Apple, ele juntamente com Steve Jobs e Ronald Wayne responderam a todas estas questões.

No entanto, os papéis estão a mudar e a empresa pode transformar gradualmente a sua abordagem: “Steve Jobs acabou por ter esta tremenda capacidade de orientar o negócio para o marketing”, referiu Wozniak, dizendo que “às vezes isso é mais importante do que o conhecimento académico ou o que a pessoa sabe”.

“Se quer fazer algo e realmente quer, encontrará uma maneira de o conseguir”, diz, referindo-se à a perseverança, característica essencial para quem quer gerir um negócio.

Além disso, para promover a colaboração e ajudar a que o trabalho entre os sócios funcione, é necessário que os membros tenham personalidades semelhantes, sejam amigos, que se escutem e respeitem as ideias uns dos outros.

Nesse sentido, é fundamental que as pessoas tenham os mesmos interesses e partilhem objetivos e metas. “A paixão vem daí”, diz o cofundador da Apple.

Portanto, relacionar-se com colegas e realizar atividades fora do local de trabalho também é fundamental. Por outro lado, para ser disruptivo, é necessário combinar duas facetas: técnica e criativa. A primeira é aquela que vai permitir resolver problemas e, a segunda, chegar a uma ideia que não existe e que pode funcionar.
“Às vezes, ter uma ideia e querer realizá-la é o que leva você mais longe”, conclui o responsável.

 

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