Quidgest lança novo observatório internacional. IA está no centro.
O Observatório Quidgest 2026-2027 está a recolher contributos de todos os países para compreender como a inteligência artificial e os agentes autónomos estão a entrar nos processos, decisões e operações das organizações.
Como está a IA a ser governada? Quem assume a responsabilidade quando ocorrem falhas ou erros?De que forma estas tecnologias estão (ou não) a gerar valor concreto no dia a dia das organizações? Estas são algumas das questões para as quais a Quidgest procura respostas, através da análise internacional que está a preparar.
Trata-se do Observatório Quidgest 2026-2027, uma pesquisa para a qual a multinacional portuguesa especialista em soluções e software está a recolher contributos de todos os países, como forma de compreender como a inteligência artificial e os agentes autónomos estão a entrar nos processos, decisões e operações críticas das organizações.
A participação no inquérito, alargada a gestores, decisores, investigadores, estudantes e profissionais de diferentes áreas, é anónima, está aberta a qualquer país e pode ser feita até dia 31 de março deste ano.
A revelação dos resultados do Observatório, que a Quidgest espera que ajudem os diferentes players do mercado a construir uma visão mais informada e global sobre o futuro da Inteligência Artificial, está prevista para o final do primeiro semestre deste ano.
Refira-se que quem participar no questionário da Quidgest, terá acesso aos resultados do Observatório Quidgest 2024/2025, com dados de 35 países, 51 gráficos comentados e 24 tendências-chave sobre o impacto da IA na transformação digital.








