No fim de semana, podei a minha romãzeira. Ficou mais “pobre” à vista: menos ramos, menos volume, mais espaço. No meio dos ramos, um detalhe: um ninho vazio. Um ciclo completo, deixado para trás sem drama.
Há uma razão cultural para a execução ser subvalorizada: ela é anti-heroica. Não tem o brilho da visão. Tem a monotonia do progresso.
Já vi este filme vezes suficientes para reconhecer o guião cedo: sala cheia, energia alta, slides impecáveis, uma narrativa ambiciosa sobre o futuro. Há frases fortes, há alinhamento aparente, há até aquela sensação coletiva de “agora é que é”. E depois… passa o tempo.
Vivemos numa era em que a única constante é a mudança. As organizações enfrentam um ambiente cada vez mais volátil, onde crises económicas, avanços tecnológicos, tensões geopolíticas e novas expectativas sociais coexistem e se influenciam mutuamente.
Estamos a assistir ao nascimento de uma nova geração de empresas. PME que não apenas utilizam inteligência artificial, elas nascem com ela no seu ADN.
A inovação é essencial para o crescimento, sustentabilidade e relevância de qualquer empresa, mas nem todas as empresas inovam da mesma forma.
"When one teaches, two learn." Esta simples mas poderosa frase encapsula uma verdade fundamental sobre o processo de aprendizagem: ao partilharmos o que sabemos, não só enriquecemos os outros, mas também aprofundamos o nosso próprio entendimento.







