Rede Capital Social reforça liderança e quer consolidar posicionamento
Margarida Couto assume a Direção não executiva e Afonso Arnaldo o Conselho Estratégico. Consolidar o posicionamento da organização e reforçar a sua capacidade de mobilização são objetivos a concretizar.
A Rede Capital Social (RCS), organização criada em 2024 que reúne stakeholders interessados em contribuir para a resolução de problemas sociais em Portugal através da filantropia, anunciou algumas mudanças na equipa diretiva.

Foto: Margarida Couto
Assim, Margarida Couto assume a presidência da Direção não executiva e Afonso Arnaldo a presidência do Conselho Estratégico. Até ao momento, Margarida Couto desempenhava o cargo de vice-presidente da Direção não executiva, sucedendo a José Salgado na presidência.
“Encaro esta nova etapa com espírito de missão, sentido de responsabilidade e com a ambição de reforçar o papel da Rede Capital Social na mobilização de empresas e parceiros. Num contexto de desafios sociais cada vez mais complexos, acredito que só através do trabalho em rede conseguiremos gerar respostas integradas, eficazes e com impacto real”, sublinha Margarida Couto.
Por sua vez, Afonso Arnaldo (associado e membro do Conselho Estratégico), sucede a Peter Villax na liderança deste órgão, reforçando a ligação entre a reflexão estratégica da organização e a mobilização do setor empresarial em torno de soluções concretas e escaláveis.
Afirma que assume esta função com “espírito de missão e com a vontade de contribuir para uma filantropia mais estratégica em Portugal. A Rede Capital Social desempenha um papel determinante na aproximação entre diferentes setores, criando condições para soluções mais colaborativas, estruturadas e transformadoras. O caminho para a mudança sistémica exige um trabalho conjunto e em parceria entre o setor público, o setor privado e o terceiro setor. Estou certo de que a Rede Capital Social terá um papel fundamental neste percurso”.
Esta mudança surge num momento em que a RCS procura consolidar o seu posicionamento, reforçar a sua capacidade de mobilização e aprofundar uma abordagem cada vez mais holística aos desafios sociais no país. A Rede Capital Social continuará a desenvolver a sua intervenção assente numa lógica de colaboração, advocacy e execução, reforçando o seu contributo para a construção de uma sociedade melhor.

Foto: Afonso Arnaldo
Recentemente, apresentou um Plano de Ação de quatro milhões de euros destinado a promover a empregabilidade de pessoas com deficiência. Paralelamente, está a desenvolver, em conjunto com a PwC Portugal e a The Equator Company, um estudo sobre o estado da filantropia em Portugal, cuja divulgação está prevista ainda para este mês.
“Estas mudanças refletem a evolução natural da Rede Capital Social, que entra agora numa fase diferente com uma ambição reforçada de gerar impacto real. Os desafios sociais exigem uma visão holística e integrada, bem como o trabalho em rede entre empresas, setor social e restantes parceiros. É dessa articulação que pode nascer uma mudança sistémica, capaz de criar oportunidades concretas e duradouras”, afirma Inês Sequeira, cofundadora e CEO da Rede Capital Social.







