Portugal é, hoje, um país mais qualificado do que em qualquer outro momento da sua história. Nas últimas décadas, assistimos a um crescimento assinalável da escolaridade média, ao aumento do número de diplomados do ensino superior e a uma expansão significativa da oferta formativa, tanto académica como profissional.
Nunca foi tão fácil integrar inteligência artificial num produto. E, ao mesmo tempo, nunca foi tão difícil garantir que essa integração faz mesmo sentido. No universo das start-ups, o entusiasmo é contagiante: modelos pré-treinados acessíveis, APIs versáteis, ferramentas no-code a custo quase nulo. Tudo parece convidar à corrida. Mas para onde estamos, de facto, a correr?







