Start-up do mês: Solução Soalheira revoluciona limpeza de edifícios com drones
Este mês desafiamos a Tecpark – Incubadora Tecnológica da Set.Up Guimarães, a escolher a start-up do mês. A escolha recaiu na Solução Soalheira que tem como serviços a lavagem de edifícios com recurso a drones.
Nome da start-up: Solução Soalheira
Fundador: Francisco Mendes
Atividade: Imagine um drone a limpar a fachada do seu prédio. Parece-lhe estranho? Para a Solução Soalheira, já é uma realidade e foi assim que a start-up lavou a torre da Igreja de Gondar, em Guimarães. A Solução Soalheira nasceu para transformar a forma como os serviços são prestados às comunidades, unindo inovação, sustentabilidade e tecnologia. Os seus serviços incluem lavagens de edifícios com drones, limpezas, manutenções técnicas, tratamento de superfícies e operações em altura.
Para além da vertente tecnológica, a Solução Soalheira aposta na proximidade às comunidades, no diálogo e na colaboração com entidades públicas e privadas para criar soluções que melhorem o dia a dia das pessoas.
Plano de Negócios: A start-up pretende expandir as suas operações técnicas especializadas, reforçar o uso de tecnologia e consolidar parcerias com entidades públicas e privadas, de forma a escalar serviços que elevem a qualidade de vida das comunidades.
Porque merece destaque: Segundo a Tecpark – Incubadora Tecnológica da Set.Up Guimarães – localizada no Avepark – Parque de Ciência e Tecnologia -,”a Solução Soalheira foi a primeira empresa em Portugal autorizada oficialmente a realizar lavagens de edifícios com drone, revolucionando o setor da manutenção urbana ao reduzir riscos humanos, otimizar recursos e acelerar resultados. Distingue‑se pela capacidade de transformar problemas complexos em soluções práticas e eficientes”.
Outra informação relevante: “A Solução Soalheira merece destaque pelo seu forte compromisso com a sustentabilidade e a segurança operacional, aliando inovação tecnológica a práticas responsáveis. A start-up mantém uma proximidade ativa com as comunidades, colaborando de forma contínua com entidades locais, e partilha de forma transparente o seu trabalho”, explica a incubadora.








