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Ricardo Soares

Ricardo Soares

Ricardo Soares, de 25 anos, é o CEO da Apollotec, empresa tecnológica fundada em 2016 que se tem destacado como uma das Top 5% Melhores PME de Portugal e distinguida como a Agência Digital do Ano 2025, pelos Prémios Lusófonos da Criatividade. A sua liderança é marcada por uma visão inovadora e pela valorização da experiência prática acima dos títulos académicos, acreditando que o verdadeiro valor de um profissional reside nos conhecimentos adquiridos e na capacidade de aplicar soluções no mundo real. Antes de assumir a gestão da Apollotec, Ricardo construiu um percurso sólido na área tecnológica: trabalhou durante quase quatro anos na WIT como Associate Systems Administrator e integrou a Talkdesk no cargo de Site Reliability Engineer. Estas experiências permitiram-lhe desenvolver competências técnicas avançadas e uma compreensão profunda sobre sistemas, fiabilidade e inovação digital. Além da sua atuação empresarial, Ricardo partilha o seu conhecimento enquanto formador no Politécnico de Coimbra, contribuindo para a preparação de novos talentos e reforçando a ligação entre o meio académico e o mercado de trabalho. Essa postura reflete a sua convicção de que o futuro da tecnologia passa pela integração entre prática, ensino e inovação. Sob a sua liderança, a Apollotec tem expandido a sua presença no mercado, com soluções que vão desde o desenvolvimento web e software à medida até serviços cloud e automações. A empresa tem estabelecido parcerias estratégicas com instituições de ensino e participado em iniciativas de empreendedorismo e inovação, consolidando-se como referência nacional no setor tecnológico. Visionário, determinado e orientado para resultados, Ricardo Soares é um exemplo de uma nova geração de líderes que acreditam que a experiência e a paixão pelo conhecimento podem transformar empresas e pessoas, independentemente do caminho académico tradicional.

O futuro não tem diploma: tem atitude

Durante décadas, fomos educados a acreditar que o sucesso dependia de um diploma. A pergunta “o que é que vais ser quando fores grande?” transformou-se numa espécie de sentença, como se escolher um curso fosse escolher um destino. Mas o mundo mudou. E, com ele, mudou também a forma como aprendemos, trabalhamos e construímos futuro.