As opiniões da semana

Leia ou releia os artigos de opinião dos colunistas do Link to Leaders publicados durante esta semana.

Competitive Intelligence e o Google“, por Luís Madureira, partner da ÜBERBRANDS.
Há cerca de um mês ao trocar mensagens de texto com um amigo, e depois de termos várias conversas sobre o tema, ele confidenciou-me que não percebia o que era Competitive Intelligence (CI). Isto depois de inclusive termos tido reuniões de negócio onde tentei explicar-lhe como o seu negócio poderia beneficiar, e muito, de usar CI. Dei comigo a pensar como poderia explicar de forma clara e simples este conceito, mas na altura nada me ocorreu.

O que o liga à sua organização?“, por Carlos Rocha, administrador do Banco de Cabo Verde.
O primeiro mês do ano já passou. Assim sendo, só restam, de uma forma linear e simplista, cerca de 92% do tempo e de recursos para atingir os objetivos estipulados para este ano.

Que igualdade nas organizações?“, por Carlos Vieira, professor no ISG.
No passado dia 22 de janeiro estive presente na audição pública sobre o Pacto Global para as Migrações Ordenadas, Seguras e Regulares, na Assembleia da República, que organizou o evento juntamente com a Cáritas Portuguesa, e onde tive a oportunidade de ouvir realidades com que muitos dos que escolheram o nosso país para viver se defrontam.

Como reconhecer falsos investidores“, por Ana Barjasic, CEO da Connectology.
A famosa expressão “Cash is King!” é uma das mais escutadas no mundo dos investidores em start-ups. Isto tem um efeito colateral particular na hierarquia de ecossistemas empreendedores europeus, onde os investidores desfrutam de um tratamento quase aristocrático.

Dar ou pedir feedback? Porque raramente o fazemos?“, por Sónia Jerónimo, CEO da Growin.
Escrevo um artigo dedicado a este tema em particular, pois considero que não damos a devida importância a esta ferramenta de gestão e de liderança, aplicável, não só às empresas, mas também à nossa vida pessoal e familiar.

Os 15 anos do Facebook“, por Filipe Carrera, coordenador de pós-graduação no IPAM.
O Facebook está a celebrar 15 anos. Se fosse uma pessoa, estaria na adolescência. Todavia, uma empresa que nasceu da imaginação e motivação de adolescentes, atingiu a sua maturidade e em certa medida já começou a sentir alguns efeitos da decadência associada à idade e à dimensão.

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