Há frases que, de tanto se repetirem nos corredores das empresas, acabam por ganhar um estatuto de verdade absoluta que não merecem. Uma delas, talvez a mais perversa, é aquela que se pretende passar por pragmatismo de gestão: "Despeçam o fulano, deem-me o salário dele e eu faço o trabalho".
Há poucos dias, numa conversa com um responsável por uma grande cadeia de retalho de moda, este partilhava uma dor que me ficou gravada: "Há uma tendência entre os gerentes de loja para dizerem que as pessoas agora não prestam, não servem, e por isso têm de ser eles a fazer tudo".
Depois de anos a anunciar que o remoto era o futuro, as empresas descobriram que afinal o futuro tem parque de estacionamento limitado, trânsito caótico e cafés caros. A Microsoft, entre outras empresas, puxou a corda e muitas outras seguem atrás: “voltem”.
A consultora de gestão científica liderada por Leandro Pereira, cresceu 15% apesar da pandemia. Consolidar a cultura da empresa é o desafio para este ano.








