Em Portugal, a avaliação de empresas continua a ser vista por muitos empresários como um passo ligado, inevitavelmente, à venda. É como se conhecer o valor de um negócio fosse apenas relevante quando se decide passá-lo para outras mãos.
Apenas 5% do financiamento público da UE para inovação é destinado a start-ups, levando os especialistas a recomendar um aumento desse investimento nos futuros programas quadro.
Um dos melhores exemplos que recordo em torno da ideia do contraintuitivo vem descrita numa experiência por Dan Ariely em “Previsivelmente Irracional”: Para o mesmo produto à venda online, qual a opção que mais pessoas escolhem? A) 10€ + o custo de entrega (2€)? B) 13€ já incluindo o custo de entrega?
Não há Relatório e Contas que não mencione o foco da empresa na criação de valor para o cliente, enaltecendo assim um propósito que emana diretamente da sua proposta de valor da e dos seus desígnios estratégicos.
Quanto vale uma conversa? Não me parece ser uma pergunta que permita uma resposta simples. Para quem insista em simplificar encontrar-se-ão, certa e facilmente, platitudes suficientes para servir de resposta satisfatória.
As empresas preocupam-se, cada vez mais, com a forma de reforçar o seu grau de competitividade e conseguir ser percecionadas como distintas na sua diferenciação, seja no serviço, atendimento ou preço.
Chamaram-me vivamente a atenção pessoas com iniciativas muito variadas e todas elas muito empreendedoras.
O Doutor Finanças, em parceria com a start-up Valuing Tools, lançou um simulador de avaliação de empresas que calcula um intervalo de valor indicativo a partir de dados financeiros de uma organização.
Quando se procura num qualquer dicionário de português facilmente se percebe que depende bastante do contexto em que a palavra é aplicada, por isso, deixo-vos a minha interpretação pessoal na expetativa de adicionar algum valor ao tempo investido na leitura deste artigo.
Há mais de 10 anos que a OnStrategy avalia a reputação de centenas de marcas em Portugal. Isto é, o conjunto de perceções que temos e as expetativas que criamos sobre as mesmas em relação ao futuro. Em entrevista ao Link To Leaders, o partner e CEO da consultora portuguesa, Pedro Tavares, faz uma análise do mercado e fala sobre o valor da reputação.
Vivemos num mundo em transformação permanente: na forma como trabalhamos, nos divertimos, interagimos, compramos e pensamos.















