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Será que Portugal agora tornou-se um pequeno gigante?

Passaram-se 15 anos desde que Bo Burlingham foi autor do seu livro "Small Giants: Companies that Choose to Be Great Instead of Big" para aclamação e discussão generalizadas. Na era pré-crise financeira do início dos anos 2000, o livro forneceu um contraponto útil ao excesso do final dos anos 90 e da bolha dot.com, e previu em alguns aspetos a crise financeira global de 2008/2009.

Criar talento para o empreendedorismo

O Movimento Júnior Português conheceu um franco desenvolvimento nos últimos anos. Os jovens que frequentam o ensino superior demonstram hoje uma maior apetência pelo empreendedorismo, conscientes que estão de que o conhecimento especializado e as competências tecnocientíficas que adquirem nas universidades e politécnicos se adequam a modelos de negócio de base tecnológica.

A minha experiência com spin-outs universitárias

Como empreendedor em série em tecnologia e imobiliário nos últimos 40 anos e business angel há quase 15 anos, investi em mais de 75 start-ups. Sou também presidente emérito da European Business Angel Network (EBAN) e escrevi dois livros sob a marca Invested Investor.
Sergio Choclán, José Miguel Herrero e Francisco Berlanga, da Big Sur Ventures

Espanhola Big Sur Ventures quer investir 40 milhões em deep tech

A gestora de capital de risco Big Sur Ventures lançou um fundo para investir em start-ups de deep tech. O veículo terá uma dotação de 40 milhões e investirá entre 100 mil e um milhão de euros em empresas espanholas e europeias de tecnologia, com ligações a instituições científicas e universidades.

Empresas e Universidades = Inovação

Estamos num mundo onde a inovação é (ou deveria ser) a força motriz da nossa economia e das nossas empresas, que se veem a braços com dificuldades de produtividade. Para reverter o declínio da produtividade é fundamental fortalecer parcerias duradouras que tragam fatores disruptivos geradores de desenvolvimento.

Levar o mecenato empresarial às universidades

A atividade das empresas não pode reger-se apenas pelos interesses dos seus shareholders, ou seja, pelos interesses daqueles que diretamente beneficiam do cumprimento dos objetivos financeiros – os acionistas. Isto significa que as empresas têm, igualmente, que cuidar de satisfazer os interesses dos seus stakeholders. Isto é, de todos aqueles que, direta ou indiretamente, são condicionados pela sua atuação.