Os Recursos Humanos (RH) são o cerne de qualquer organização e a forma como são geridos influencia diretamente a concretização dos objetivos dos colaboradores e da própria empresa.
A inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho é fundamental para promover a igualdade de oportunidades e a gestão da diversidade em contexto laboral.
A autoeficácia refere-se à convicção de um indivíduo sobre a própria capacidade de mobilizar a sua motivação, os seus recursos cognitivos e os cursos de ação necessários à execução bem-sucedida de uma tarefa específica, num determinado contexto. Por conseguinte, verifica-se que as pessoas auto eficazes esforçam-se mais por alcançar os seus objetivos, selecionam tarefas desafiantes, são mais perseverantes, apresentam pensamentos positivos e ajustam-se às situações indutoras de stress.
O ser humano dedica a maior parte da sua existência ao trabalho, porque a atividade profissional representa um dos aspetos mais relevantes da sua vida, não apenas pela quantidade de tempo a ela consagrada, mas particularmente pelo significado psicossocial da mesma.
O envelhecimento populacional decorrente da extensão da longevidade e da melhoria das condições de saúde, higiene e alimentação, tem vindo a traduzir-se num aumento da idade da população ativa, o que afeta a mão-de-obra nas organizações e reforça a necessidade de repensar as políticas de gestão de recursos humanos.
Nos últimos anos, a liderança ética tem vindo a despertar o interesse na comunidade científica, porque o impacto que os líderes podem ter na conduta dos seus colaboradores é extremamente importante para o sucesso de qualquer organização.
O trabalho e a família constituem os dois principais domínios da vida das pessoas economicamente ativas, mas quando as duas instâncias não são compatíveis, podem dar origem ao conflito trabalho-família.
O desenvolvimento económico e tecnológico provocou uma forte concorrência entre as organizações que, para se manterem e competirem no mercado, se viram obrigadas a rever os seus métodos e modelos de gestão. Assim, foram incentivadas a investir em produtos inovadores, serviços e novas formas de trabalho para conseguirem sobreviver.










