Vivemos um momento particularmente desafiante para a cooperação internacional. A crescente fragmentação geopolítica, a competição global pelo talento, a disputa pela liderança científica e tecnológica e o enfraquecimento de alguns modelos tradicionais de cooperação internacional estão a redefinir a forma como os países e as instituições se relacionam entre si.
As start-ups portuguesas Complear e Azores Life Science arrecadaram o primeiro e terceiro lugares, respetivamente, na quinta edição da competição sino-lusófona 929 Challenge em Macau.
A política tradicional falha em dar respostas. E se a solução para as crises no mundo lusófono viesse de um sítio inesperado? Neste artigo, defendo que devemos gerir os nossos países como start-ups: com agilidade, foco no cidadão e coragem para inovar.
A ex-ministra da Justiça Francisca Van Dunem, o músico brasileiro Jota Pê, o artista angolano Cristiano Mangovo e a antropóloga cabo-verdiana Celeste Fortes figuram entre as 100 personalidades negras mais influentes da lusofonia para a revista Bantumen.
Visões sobre a igualdade, o ensino e o estado do país, em geral, é o foco de “O Estado das Coisas”, o primeiro livro de Teresa Damásio, responsável por um dos maiores grupos de ensino nacionais.
A 5 de maio assinala-se o Dia Mundial da Língua Portuguesa. Este ano não foi exceção, embora tenha sido notório um certo desencanto em relação à lusofonia enquanto fator de identidade e comunhão entre nações que partilham a mesma língua. No seio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), parece não haver hoje um desígnio comum e mobilizador.
Sim, tive já a oportunidade de ler a “Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica e Social de Portugal 2020–2030”, da autoria de António Costa Silva. Um documento abrangente no diagnóstico e nas estratégias e inteligente na argumentação das opções.
Conheça os oito empreendedores lusófonos que atuam em diferentes setores e que se distinguem pelo seu percurso de sucesso.













