“Abre os teus braços à mudança, mas não abras mão dos teus valores"-Dalai Lama. Esta frase poderia resumir toda esta reflexão. Fala de evolução e crescimento, sem nos perdermos de quem somos. Fala de abraçar o desconhecido e inovação, sem abrir mão dos nossos valores mais profundos.
O novo estudo da Boston Consulting Group (BCG) afirma que menos de 20% das organizações veem o futuro do trabalho como uma prioridade para o seu CEO.
O próximo ciclo económico será muito desafiador para as lideranças. A volatilidade e a incerteza já são uma realidade. Liderar nestes contextos exige tomar todas as ações defensivas corretas e, ao mesmo tempo, tirar partido da volatilidade e incerteza e utilizá-las como catalisadores para galvanizar ações em torno de novas oportunidades de crescimento futuro da organização e das suas pessoas.
A minha vida profissional começou dentro de um carro. O meu pai costumava dizer que a minha formação tinha sido um desperdício. Tanto tempo a estudar em Coimbra, em Inglaterra, com um canudo na mão e de que me tinha valido a pena? Tinha acabado como uma simples “caixeira viajante” como muitos sem formação.
Nunca como hoje, ouvimos e debatemos expressões como flexibilidade laboral, bem-estar, novos modelos de trabalho, clima organizacional, contrato psicológico, adaptação e tantos outros.
Para melhorar o bem-estar e a felicidade dos seus colaboradores não precisa de investir fortunas. Comece com algumas estratégias de baixo custo e faça a diferença na sua empresa. A bem da saúde mental das suas equipas.
Escrever sobre saúde mental em ambiente corporativo ainda é visto como um tabu, envolto em estigmas. Existe ainda uma grande dificuldade por parte dos colaboradores em falarem de forma aberta e honesta. Por outro lado, as lideranças estão pouco despertas para o tema, fruto de lideranças assentes no “always on” e “multitasking”, com inúmeras horas de trabalho, a qualquer dia da semana, “tarefeiros-mor” sem qualquer propósito no seu trabalho, nem para si nem para a organização.
Há um novo guia dedicado à sustentabilidade em contexto organizacional. O projeto resulta da colaboração entre a Mazars e a ecoDa – European Voice of Directors.
Várias vezes, oiço as gerações mais novas dizerem que querem perceber o propósito da sua empresa, ter autonomia, poder fazer a diferença, ter protagonismo. Preferem projetos com responsabilidade em vez de uma função “à tarefa” (faz isto ou faz aquilo) e ter flexibilidade no modo como organizam o seu trabalho. Mas eu, que já passei dos 60, digo o mesmo…
Apoiar a aceleração da mudança nas organizações é o objetivo da nova plataforma de transformação de lideranças e culturas empresariais.
A ascensão da organização baseada em equipas teve um impacto profundo no papel do gestor, exigindo-lhe que seja não apenas um supervisor de trabalho, mas também um líder de equipas.
















