Empresas líderes em IA destinam 80% dos investimentos nesta tecnologia à reformulação de funções essenciais e à criação de novas ofertas, gerando um ROI 2,1 vezes maior do que as concorrentes, diz novo estudo.
Vivemos num mundo onde a diferença entre liderar e seguir está muitas vezes na capacidade de uma empresa se reinventar, inovar e desafiar o status quo. Ser um "game changer" não é apenas uma questão de sorte ou timing, mas sim de estratégias bem definidas e uma cultura empresarial alinhada com a disrupção positiva.
Do som do teclado frenético às chamadas telefónicas falsas, há táticas para parecer ocupado no trabalho e que estão a viralizar entre a Geração Z nas redes sociais.
Vivemos no mínimo, tempos bizarros. De um lado temos pessoas tão poderosas e influentes como Mark Zuckerberg a dizer - “Acho que a energia masculina é boa e a cultura corporativa estava a fugir dela”- provavelmente mais a piscar o olho a Trump e ao que a sua administração pode fazer por ele, do que às suas ideologias.
Houve, nas últimas décadas, um salto significativo na qualificação dos empresários e gestores portugueses, com reflexos muito positivos na produtividade, competitividade e crescimento do nosso tecido empresarial.
Cada vez mais organizações investem em programas ambiciosos de desenvolvimento de liderança com o objetivo de melhorar as suas práticas de gestão e, assim, alcançar melhores resultados. Os líderes têm a capacidade de potenciar o trabalho das suas equipas, sendo o seu contributo crucial para o desempenho coletivo.
Vamos falar de narcisistas. Essas personagens curiosas que parecem ter saído de um livro de ficção científica mas que, infelizmente, andam entre nós.
Os desafios que se colocam às lideranças no atual contexto internacional vão estar no centro do debate da Leadership Summit marcada para setembro.
O Rendimento Básico Universal (RBU) é um sistema socioeconómico que visa fornecer aos cidadãos de um país ou região uma quantia regular de dinheiro sem restrições, com o objetivo de garantir um mínimo existencial a todos e de reduzir a pobreza e a desigualdade económica e social.
"Portugal tem a geração mais qualificada de sempre nos primeiros anos de carreira ou a sair das faculdades e esse valor deve ser colocado ao serviço dos grandes desafios do nosso país e do mundo". A afirmação é de Miguel Teixeira, gestor da NTT DATA, em entrevista ao Link to Leaders.
Nos tempos atuais, o ritmo acelerado com que a tecnologia evolui (AI, Chat GPT) traz consigo uma transformação profunda na forma como lidamos com problemas e buscamos soluções, impactando fortemente as atuais lideranças.
Numa era definida pela mudança rápida e pela inovação, o papel da liderança tem vindo a evoluir. Os modelos tradicionais de liderança estão a ser desafiados por líderes disruptivos que não apenas navegam nas incertezas, mas, e sobretudo prosperam nelas.
















