Nas redes sociais, no meio de um emaranhado de frases motivacionais que já não motivam ninguém, de pacotes de banalidades embalados em posts de LinkedIn com 1000 likes e 10,000 views reina uma máxima que se repete ad nauseam como frase oca e vazia: “As pessoas não saem das empresas, saem dos líderes.” Ponto final. Sem rodapé, sem nuances, sem contraditórios.
Tens 25 anos e foste promovido e agora estás perdido? Ou não é bem isso? Bom, a formação pode e deve ajudar-te. Sempre primaste por ela. E não te esqueças:
Rapidez no pensamento, na ação e na avaliação. E, depois, na correção. Tal como está a envolvente não podemos senão querer ter líderes rápidos. Muito rápidos mesmo.
Dia 8 de dezembro foi o dia do antigo aluno do Colégio de São João de Brito. Dia 8, depois de algum debate interno, voltei ao Colégio e fui à missa das 19h (missa do CUPAV).
Tema super importante. Hiper atual. Mas sempre foi. Há é um certo receio de se falar no tema. Porquê? Porque há líderes que mentem, sempre mentiram e continuam a mentir por várias razões: 1) para alcançarem objetivos (valendo os fins e independentemente da justiça dos meios); 2) para ocultarem fraquezas; 3) para acreditarem mais em si mesmos.
Quanto menos idade têm as pessoas que entram nas empresas (para efeitos de trabalho, e vamos colocar aqui a fasquia entre os 18 e os 27 anos de idade à data de 2024)mais probabilidade terão de ter “absorvido” uma lógica e uma aproximação às empresas que é substancialmente diferente da aproximação ao trabalho de há uns anos (e não são muitos).
As novas gerações, rotuladas como "snowflakes" pela sua sensibilidade e facilidade em ofender-se, enfrentam desafios significativos no mundo do trabalho.
Há tantas coisas que te impedem de concluir as tuas tarefas, e a natureza do trabalho online é uma delas. Se te sentes em fase de diminuição de concentração, provavelmente isso é verdade.
O André Fontes tem um artigo muito bom, que tem repostado, de título “Queres um bom líder? Contrata uma mãe que adore a sua profissão”.
A discussão sobre liderança oscila frequentemente entre duas vertentes. Para uns, uma moda passageira, adornada por jargões e palavras bonitas e pontuada por inúmeros seminários de autoajuda, o que será sempre uma hipótese que, se exagerada, distorce completamente a sua necessidade e até a ridiculariza.
Hello!? É melhor prestares atenção ao que estou a escrever em vez de apenas fazeres o scroll-down ou olhares as gordas porque as magras não se veem. Há algo fundamental que precisas mesmo de entender: ouvir é uma habilidade crucial que estás a negligenciar.
De há uns tempos a esta parte fala-se muito em segurança psicológica. Na expressão mais comum convencionou-se dizer: segurança psicológica refere-se à criação e manutenção de um ambiente em que as pessoas se sentem livres para compartilhar ideias, fazer perguntas, expressar preocupações e, também, admitir erros, sem medo de serem julgados ou punidos.







