Duas linhas convergentes de mudança marcam a vida dos negócios - se são incontornáveis, acelerados e determinantes os avanços da tecnologia, ganha cada vez mais terreno a pressão para cumprir critérios ambientais, sociais e de governação (ESG).
Entendamos “empreender” de um ângulo diferente e aqui assumido como o permanente exercício de decisão, nem sempre com variáveis controladas. Lançar um negócio, investir recursos, formar equipas, definir preços e margens, ou mesmo abandonar um produto/serviço, são decisões com impacto elevado, frequentemente tomadas com informação incompleta e sob pressão.
Vivemos numa época em que empreender se tornou quase uma palavra mágica. Um símbolo de autonomia, inovação e liberdade. É comum vermos histórias de sucesso associadas a uma espécie de “instinto empreendedor” — como se bastasse coragem, criatividade ou um talento inato para transformar ideias em negócios viáveis.
A afirmação é de Isabel Neves, secundada por Isabel Moço que acrescenta que "não há empreendimento que se sustente apenas por ser uma excelente ideia". Leia a entrevista às coordenadoras da pós-graduação em “Empreendedorismo de Negócios” da Universidade Europeia.
Perfeito e parabéns – é assim que tudo pode começar. Pode, porque pode ser diferente: por exemplo, pode já ter um negócio e não saber como o desenvolver e fazer crescer. Mas vamos a este cenário em que tem uma ideia para um negócio.
Gostaria de ser um empreendedor? Está preparado para sê-lo? Está consciente das condições que precisa reunir para ser um empreendedor de sucesso, porque vontade e ideias não chegam?
Parece suficientemente difundido e consensual que o empreendedorismo e a inovação são forças de criação de valor, cruciais para o mundo dos negócios e para a sociedade em geral.
Empreendedorismo de negócios é o tema de uma das mais recentes propostas de formação executiva da universidade Europeia. Isabel Neves e Isabel Moço, coordenadoras da pós-graduação, explicam os objetivos da mesma e os pilares em que se baseia.










