Ana Metz, que estará em Lisboa para participar no BOOST 2026, vê em Portugal um contexto particularmente relevante para discutir inovação em turismo e defende que o futuro do setor passa menos pela obsessão com escala e mais pela clareza sobre os problemas reais que a tecnologia pretende resolver.
iPhones dobráveis, robôs domésticos, tecnologia de leitura da mente e supercarros elétricos são algumas das inovações tecnológicas que o The Wall Street Journal aponta para 2026.
Machine Learning e Ética de Dados são duas das inovações que irão remodelar o papel dos dados na tecnologia do futuro.
O primeiro semestre de 2024 mostrou um aumento no interesse dos investidores, impulsionado por quedas nas taxas de juros e um equilíbrio nos preços das empresas no mercado.
Graças às inovações tecnológicas das últimas décadas, a comunicação intercultural, ou seja, a comunicação entre membros de culturas diferentes aumentou de forma impressionante.
Inteligência artificial, tratamento de genes e bombas de calor são três das 10 tecnologias que estarão em destaque este ano, segundo a avaliação da MIT Technology Review.
Este ano foram muitos os setores de atividade pródigos em inovações. Escolhemos seis das várias identificadas pelo portal Dezeen.
Há duas fortes razões que explicam o facto de as empresas necessitarem reinventar os seus modelos de negócio, à medida que se adaptam a uma nova realidade competitiva.
Atualmente, a liderança digital emerge como um elemento crucial para o sucesso de organizações que pretendem destacar-se atualmente num mundo empresarial e económico, cada vez mais competitivo.
Nos últimos anos, testemunhámos avanços significativos no campo da inteligência artificial, especificamente no desenvolvimento de Large Language Models (modelos de linguagem avançados).
No passado recente, a transparência na gestão e nos negócios era vista como um tabu e quanto mais opacas fossem as operações das empresas maiores eram as chances de sucesso. No entanto este cenário está a mudar e o novo paradigma parece querer colocar a transparência como a grande preocupação para todas as empresas.
As empresas são como as crianças: fazê-las é fácil; difícil é criá-las. Esta verdade evidente fica muitas vezes esquecida, sobretudo em épocas de grande transformação tecnológica. Nessas alturas domina a orientação esbanjadora de criar empreendimentos insustentáveis, na ilusão que a fúria de startups seja indicador de verdadeiro desenvolvimento. Mas multiplicar projetos inovadores absorve capital, suscita criatividade, promove atividade, mas dificilmente melhora o bem-estar das populações.

















