Durante décadas, a palavra de ordem na indústria foi uma só: eficiência. Produzir mais, gastar menos, desperdiçar pouco. A automação, a integração de processos e a escala foram alavancas para o progresso industrial. Funcionou. No entanto, a próxima década não será apenas sobre fazer as coisas mais depressa, mas sim sobre fazer as coisas com inteligência.
Evento promovido pela Associação Nacional de Jovens Empresários decorre nos dias 1 e 2 de outubro, em Matosinhos, e reúne empresas industriais, start-ups, investidores e centros de conhecimento. António Portela, Felipe Ávila da Costa, Lurdes Gramaxo e Miguel Pinto estão entre os 12 oradores já confirmados.
"Os produtos e soluções em cuja produção participamos estão hoje presentes em todos os continentes, o que demonstra que a indústria portuguesa tem capacidade para competir ao mais alto nível", afirma Carlos Alves, cofundador e administrador do Grupo HFA.
Com as tensões no Golfo e as dificuldades de obtenção de matéria-prima para a elaboração de fertilizantes químicos, houve quem tivesse dado importância à passagem de produtos químicos para as alternativas orgânicas e naturais, tentando restaurar o papel central de natureza.
Nos últimos anos, tenho vivido grande parte da minha vida entre fábricas, produção, reuniões de projeto e operações industriais entre a Europa e a China. E, honestamente, quanto mais tempo passo dentro deste ambiente, mais percebo que os maiores problemas da indústria já não estão na tecnologia.
Grupo Vapo passa a Grupo Versa e anuncia investimento de 70 milhões de euros nos próximos cinco anos
Novo posicionamento estratégico assenta na sustentabilidade, na inovação e no investimento em empresas nas áreas da saúde, energia, imobiliário, mobilidade e soluções empresariais.
Um relatório da Roland Berger revela que a escassez de mão-de-obra e os elevados custos de produção aceleram a transição para fábricas sem humanos. A automação industrial cresce a um ritmo médio de 6% ao ano desde 2015, com previsão de aceleração para 7%, nos próximos anos.
O investimento visa apoiar a consolidação da posição da IEM4.0 no mercado nacional e acelerar a sua expansão internacional, bem como reforçar a equipa e a estrutura organizacional.
As duas instituições reforçam a colaboração estratégica com a formalização de uma parceria de longo prazo que visa promover uma série de iniciativas, que aproximam a academia e a indústria, e promovem o talento e a inovação tecnológica.
Mais de 25 start-ups e PME estão a desenvolver e a validar soluções de IA, robótica e Indústria 4.0 em ambiente industrial real, no âmbito do Test4Food, cofinanciado pelo PRR e liderado pelo Grupo Lusiaves.
Um estudo da NOVA School of Business and Economics revela que a adoção de certificações ambientais em setores-chave pode gerar até 0,8% do PIB e criar cerca de 49 mil empregos, reforçando o valor estratégico da sustentabilidade para a indústria portuguesa.
A terceira e última call do programa europeu SCAIRA decorre até 16 de janeiro. Procuram start-ups com soluções verdes para o setor aeronáutico, automóvel e indústria transformadora.
















