«O poder de se habituar ao seu ambiente é uma característica marcante da humanidade. Muito poucos de nós reconheceram com convicção a natureza intensamente insólita, instável, complexa, não fiável e temporária da organização económica na qual a Europa Ocidental viveu durante o último meio século.»
O título que serve de mote a esta reflexão poderia bem versar uma discussão acerca da sociedade atual, da ausência de elos e de vínculos emocionais. Mas como acredito que devemos deixar para “César o que é de César”, entrego esse tema aos especialistas no estudo da mente humana e das sociedades.







