Já entramos finalmente em agosto, mês de férias. Os balanços do primeiro semestre já devem estar feitos e calculado o grau de cumprimento dos programas de atividades para este ano. Tirando agosto, já falta pouco para o final do ano.
Portugal, onde o Estado sempre foi “senhor”, assiste “impávido e sereno” ao cavar de um fosso cada vez maior entre o público e o privado. E vê o Lucro, estranhamente ou não, como “coisa do demo”. Mas então, é mesmo assim tão mau o Lucro?







