Nesta fase em que me preparo para uma nova mudança de país no Médio Oriente, apetece-me escrever sobre viagens. Não apenas sobre deslocações físicas, mas sobre o que verdadeiramente significam: atravessar fronteiras, conhecer o desconhecido e, sobretudo, aprender com a diferença.
No meu último artigo escrevi sobre a solidão e a saúde mental na liderança — sobre o peso invisível que acompanha quem carrega responsabilidades no topo. Esse peso não desaparece, mas pode ser melhor gerido. E um dos caminhos mais simples, e ao mesmo tempo mais difíceis de seguir, é o de parar.







