O início de um novo ano é sempre um bom momento para separar tendências de realidades estruturais. No universo de Data, essa distinção é particularmente clara: mais do que falar de novas ferramentas, as organizações precisam de construir capacidades sólidas que sustentem decisões, eficiência e crescimento ao longo do tempo.
Nos anos 90 um engenheiro da NASA a trabalhar no Challenger disse a propósito da disputa de ideias e argumentos “se eu vir que não tenho Data para suportar o que eu digo, nem vale a pena dar a minha opinião, porque a do chefe será sempre aceite à frente da minha”.
Nos anos 90 um engenheiro da NASA a trabalhar no Challenger disse a propósito da disputa de ideias e argumentos “se eu vir que não tenho Data para suportar o que eu digo, nem vale a pena dar a minha opinião, porque a do chefe será sempre aceite à frente da minha”.
Os dados vão mudar a forma como pensamos e interagimos com dinheiro. A nossa vida vai tornar-se muito mais conveniente, o que faz com que os próximos anos prometam ser uma época emocionante para se ser cliente.
Ao dia de hoje, estamos afogados num dilúvio de dados. Vivemos em Information Overload, ou seja, em excesso de informação. Esta situação resulta no que alguns autores denominam de Paralysis Analysis, ou seja, a incapacidade de processar os dados e informação que temos ao nosso dispor. Navegamos assim ao sabor do dilúvio.
Uma solução que disponibiliza dados que não sejam decifráveis e que não coloquem em causa a privacidade das pessoas é o foco da solução criada pela jovem YData. Em entrevista ao Link To Leaders, os fundadores da start-up explicam o projeto e revelam as suas ambições internacionais.










