Num mundo onde a inteligência artificial responde a tudo, o verdadeiro valor está em saber perguntar. A curiosidade – e o saber fazer perguntas – não é “nice to have” ou um traço de personalidade — é uma competência essencial para crescer, liderar e inovar em qualquer setor e contexto profissional (e pessoal).
Tenho de fazer uma confissão ... tenho um vício. Enorme, que me consome sem cesso e me empurra por vezes para onde nunca sonhei ir. Que me desafia a procurar formas de o conseguir satisfazer, e que cresce cada vez que o faço. É um “travel bug”!
A necessidade de obtermos respostas deixou alguns de nós com a presunção de as sabermos todas, para nós e, pior, para os outros.








