É cada vez mais evidente que os padrões de consumo deixaram de ser apenas respostas temporárias a contextos de crise. O comportamento do consumidor transformou-se estruturalmente e, em muitos casos, de forma irreversível. A disrupção deixou de ser excecional, para representar o novo normal.
"Portugal tem uma crescente comunidade de start-ups e empresas de tecnologia que têm lançado produtos inovadores em áreas como inteligência artificial, realidade virtual, fintech, entre outros", destaca José Borralho, CEO do Produto do Ano.
Entrevista/ “Estamos a atravessar um momento social em que a confiança é um elemento muito importante”
"O digital, em particular, é um canal que tem vindo a afirmar-se como relevante e cada vez mais explorado pelas marcas. Contudo, a componente de estratégia da marca não pode ser desvalorizada", refere Pedro Diogo Vaz, Senior Partner da Superbrands em Portugal.
Há uns dias fui ter reunião numa empresa e estando o meu interlocutor atrasado, pediram-me para beber um café na copa enquanto aguardava.
A escalada da inflação e a subida dos juros pelos bancos centrais estão a colocar pressão, assim como a indefinição da guerra da Rússia na Ucrânia, a instabilidade nos preços da energia e o fantasma de uma recessão, os próximos tempos não se avizinham tranquilos.
No equilíbrio entre a evolução tecnológica e a lógica de consumo, verifica-se um crescente grau de importância do consumidor sobre o poder dos retalhistas. Ora porque têm cada vez mais alternativas locais que são muito competitivas, ora porque acedem a inúmeras soluções online, a par de aplicações que permitem comparativos imediatos.
Um novo estudo do Center for Consumer Well-Being da Retail Innovation, da CATÓLICA-LISBON, revela que 65,5% dos portugueses estão dispostos a investir entre 10% e 50% do seu rendimento no seu bem-estar.
O Guia Prático do Consumidor de 2022 é lançado hoje, dia em que assinala o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor. Referencia marcas de 14 áreas de comércio.
O relatório da Accenture Interactive analisa os hábitos e tendências que afetarão a cultura, a sociedade e os negócios durante este ano.
Recorrer ao design para desenvolver um serviço ou produto é uma oportunidade para melhorar a experiência do consumidor, defende a agência brasileira CBA B+G, que divulgou um relatório, onde partilha exemplos aplicados por marcas mundialmente conhecidas.
Independentemente do setor de atividade, são muitas as empresas que têm investido de forma significativa em tecnologia, por forma a que esta lhes permita estudar, compreender e agir de forma eficaz junto dos seus clientes. Ora para superar etapas aquando do lançamento de novos produtos ou serviços, que supostamente terão melhor condições para ter êxito, ora para customizar a comunicação direta com os clientes nos mais variados contextos (físico, digital, em loja, com realidade aumentada ou virtual).
Sete em cada dez retalhistas estão conscientes da importância de implementar experiências digitais, conclui o estudo da Adyen.
















