Há assuntos que toda a gente reconhece como importantes, mas que, por várias razões, vão ficando fora da agenda. Os conflitos de interesses são um desses casos. Não porque sejam ignorados, mas porque são, muitas vezes, empurrados para zonas cinzentas difíceis de traduzir em práticas diárias.
Mandou-me uma pessoa amiga um vídeo de uma cerimónia de apresentação do livro “Can Asians Think of Peace?[1]”, constituído de muitos ensaios, mais de 60, sobre diferentes aspetos da manutenção da paz, ou do modo de evitar conflitos e atitudes agressivas, referentes a diferentes geografias e a variados tipos de incidentes na Ásia.
Com o mote de discutir os desafios que se colocam hoje à humanidade, a Leadership Summit Portugal regressa ao palco do Casino Estoril no dia 25 de setembro, para a oitava edição.
Não existem ambientes organizacionais sem conflitos. Uma das funções dos líderes consiste em prevenir, gerir e resolver conflitos, tendo como objetivo manter um ambiente de trabalho equilibrado, motivador e que permita o desenvolvimento profissional.
A adoção do modelo de trabalho remoto na agência de viagens online Tryp reduziu os atritos ou conflitos em 35% e aumentou o índice de satisfação dos colaboradores, segundo um estudo realizado pela Stanford University.
É frequente ter conflitos no trabalho? Na vida pessoal? O livro de Dale Carnegie pode ser uma ferramenta útil para ajudar a ultrapassar esses momentos com tranquilidade.
Poderão existir muitos gestores que veem os conflitos que surgem no contexto profissional meramente na sua vertente negativa. Mas a verdade, ou pelo menos a forma como eu os vejo e outras pessoas mais entendidas até, é que os conflitos não são inerentemente maus ou bons, estes representam primeiramente oportunidades.












