Num contexto empresarial marcado pela pressão para executar mais rápido, com menos risco e maior rigor, a forma como os processos são estruturados e geridos tornou-se decisiva.
Apesar da incerteza económica, 84% dos CEO continuam a acreditar numa melhoria da economia global. Para acelerar o crescimento e reduzir custos, os líderes estão a apostar cada vez mais na inteligência artificial e em modelos de trabalho flexível, revela novo relatório.
No CEO Outlook 2025 a tecnologia afirma-se como motor de crescimento, mas a escassez de talento e a necessidade de governação estão a travar o ritmo de adoção da IA nas empresas portuguesas.
A Inteligência Artificial (IA) está a reconfigurar profundamente o papel do líder de topo. Se antes o foco de responsabilidade da liderança executiva se centrava na orientação estratégica e na gestão da organização num ambiente de relativa estabilidade, a IA muda o paradigma com a avalanche de informação, a automatização de decisões e mudanças tecnológicas exponenciais.
A maioria dos líderes das maiores empresas não financeiras em Portugal mantém perfis otimizados, mas revela uma presença digital pouco ativa. A conclusão é do estudo da LLYC, que analisou o posicionamento digital de 68 CEOs através da metodologia própria LinkedIn Challenge.
Uma das armadilhas mais perigosas para quem lidera é também uma das mais invisíveis: o ego. Não falo daquele ego saudável que nos dá confiança e energia para liderar, mas sim do ego cheio, alimentado pelo poder, pelos aplausos e, muitas vezes, pela solidão no topo.
A CEO da Edenred Portugal, Filipa Martins, recebeu pelo segundo ano consecutivo o prémio Digital Transformation CEO of the Year, atribuído pela EU Business News, no âmbito dos European CEO of the Year Awards 2025, que reconhecem líderes com visão estratégica e impacto transformador nas suas indústrias.
CEO, empresários e fundadores vão juntar-se no próximo dia 26 de junho, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, para a 3ª edição do Vistage Summit. O encontro irá promover o debate, a partilha de experiências e a aplicação prática de ideias com impacto no universo da liderança empresarial.
Numa start-up, tal como num navio, o capitão tem um papel crucial. Navegar em águas calmas é simples, mas é durante a tempestade que se põem verdadeiramente à prova a força, a visão e a resiliência do CEO. Ainda assim, em fases críticas de "due diligence", a avaliação do CEO assenta muitas vezes mais na intuição do que em critérios objetivos — um paradoxo que merece reflexão.
Um livro sobre liderança e gestão empresarial que apresenta as histórias de CEOs que desafiaram as normas do mercado.
Transformar dados em insights estratégicos ainda é um desafio para os Chief Executive Officers (CEO), revela uma pesquisa recente da IBM. Mais: apenas 43% dos líderes utilizam inteligência artificial para fundamentar as suas decisões.
Atualmente tende a desvalorizar-se a importância das lideranças nas organizações, porque na verdade existem estruturas de apoio, clientes e logística e, portanto, TODOS, tem um pouco de líderes, ou treinadores, como é o caso no futebol.

















