A ética tem estado presente no meu pensamento nestes tempos, talvez por causa de vários casos mediáticos. No último artigo abordámos a ética do ponto de vista do líder: esse deve ter comportamento exemplar.
Ser líder, como tudo na vida, envolve riscos, e por isso, cada líder de uma organização deve estar ciente dos riscos inerentes à sua atividade e desenvolver planos para mitigá-los.
Com a chegada das férias, é natural desejar se desligar das obrigações profissionais e aproveitar o tempo com a família ou amigos — de preferência, longe das preocupações do trabalho. Ao retornar, é comum querer compartilhar com os colegas os bons momentos vividos.
“Pois ao que tem, mais será dado, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado" (Evangelho de S. Mateus 13:12). Recentemente fiz uma viagem de férias, passando por um total de quatro países — incluindo o país de partida e de regresso — com uma diversidade de paisagens, de recursos, de capacidades, de desafios e em diferentes estágios de desenvolvimento económico e humano.
Ao longo da minha vida e nos relacionamentos profissionais, sociais e intelectuais, frequentemente me deparo com situações em que as pessoas tendem a superestimar suas próprias capacidades.
A liderança é um fenómeno que transcende o tempo. Desde a antiguidade, a figura do líder tem sido estudada, refletindo a sua importância na sociedade e nas organizações.
"Correu mal? Não fui eu..."! Esta frase remete para uma clássica resposta observada em diversos contextos, seja ele familiar, social ou organizacional.
Max Weber, sociólogo alemão, escreveu um dos textos mais influentes da sociologia: “A Ética Protestante e o "Espírito" do Capitalismo”. Nessa obra, o autor analisa a relação entre os valores e crenças do protestantismo, e o desenvolvimento do sistema capitalista.
O Rendimento Básico Universal (RBU) é um sistema socioeconómico que visa fornecer aos cidadãos de um país ou região uma quantia regular de dinheiro sem restrições, com o objetivo de garantir um mínimo existencial a todos e de reduzir a pobreza e a desigualdade económica e social.
Numa das minhas recentes visitas à barbearia, enquanto aguardava a minha vez, ouvi uma conversa pública entre dois senhores que aguardavam a sua vez para serem atendidos. Por estar próximo, acabei envolvido na conversa quando um deles foi chamado e o outro ficou com a conversa pendurada.
Há alguns meses, encontrei o amigo Carlos (o nome pode ser real ou fictício), passeando os seus bebés gémeos e questionei-o, em tom irónico, se o crescimento da família teria sido devido ao aumento da produtividade (2 em vez de 1), pois sendo ele um profissional da área da consultoria, certamente faz recomendações sobre aumentar a produtividade nas empresas.
Neste semestre letivo acabei de lecionar a última matéria relativa à disciplina de Microeconomia 2, cujo tema foi a assimetria de informação. Para quem é leigo na matéria, ela não tem relevância nenhuma, mas para os estudiosos é algo muito interessante e que aplicamos no dia a dia, às vezes sem saber.







