Portugal gosta de se ver como um país institucionalmente estável, europeu, previsível. Mas por baixo dessa superfície existe um padrão persistente: decisões públicas estruturais que demoram décadas, soluções que chegam tarde, caras ou tecnicamente amputadas, e um Estado que, mesmo quando quer mandar, parece pedir licença.
A Captura é uma start-up que desenvolveu uma tecnologia que aproveita o poder do oceano para absorver o CO2 da atmosfera. Fez recentemente uma ronda de financiamento de 21,5 milhões de dólares, na qual participou a EDP.







