Blooming Soyinka criou, em 2018, a Africa Blooms, uma empresa de comércio eletrónico que tem como missão dar a conhecer produtos feitos por artesãos em África. A nigeriana explica como o MBA a ajudou a melhorar a sua visão de negócio.
"A relação com a Europa é baseada na economia; precisamos uns dos outros, não pode ser uma relação condescendente", disse Benedict Oramah, presidente do Banco Africano de Exportações e Importações, no primeiro dia do Euro África Fórum, que decorre até amanhã em Carcavelos.
Equipa da Universidade de Coimbra criou protótipos de frigoríficos e arcas congeladoras alimentados a energia solar para zonas sem acesso a eletricidade, no âmbito do projeto Energy-Efficient Off-Grid Refrigerators for Africa Rural Electrification.
Aramide Abe é fundadora de uma plataforma que integra 95 mil start-ups que ajudam as PME africanas. E não fica por aqui. Na Europa, gere um fundo multidoadores de 1,5 milhões de euros que investe em projetos de adaptação ao clima em África. Em entrevista ao Link To Leaders, a nigeriana fala dos planos que tem em mãos e do ecossistema empreendedor do país onde nasceu.
Acabei de superar um desafio brutal. Num grupo em perfeita harmonia, conduzidos, quase sem nos darmos conta, por quem conseguiu transformar 26 desconhecidos numa equipa com causa e propósito comuns.
A necessidade de criar novas oportunidades para os designers portugueses e africanos foi uma das conclusões do Portugal – Africa Investment Roundtable, realizado no Portugal Fashion.
O continente africano está a despertar a atenção do mercado investidor. Este ano, as previsões apontam para um aumento nos investimentos em start-ups africanas.
Há uns meses falava com um americano sobre o panorama político mundial e este afirmava que o problema do mundo atual é a falta de liderança e líderes fortes.
Com o investimento angariado, a empresa quer estimular o empreendedorismo e melhorar o acesso das mulheres aos transportes em África e Europa Oriental.
De 8 a 10 de abril, Lomé, a capital do Togo, irá acolher a primeira edição do World Africa Startups Summit, que servirá como uma vitrine para celebrar as inovações tecnológicas e a criatividade made in África.
A especialista senegalesa em inteligência artificial Adji Bousso Dieng está a ajudar a colocar os africanos no mapa mundial nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática com a criação da plataforma TAIK – The Africa I Know. A investigadora é a primeira professora negra na Escola de Engenharia de Princeton, nos EUA.
Os projetos africanos na área da saúde estão a despertar a atenção dos investidores internacionais. A VC Digital Horizon, sediada em Londres, acaba de investir na start-up Healthlane.

















