"As pessoas continuam a querer aquilo que sempre quiseram do trabalho: ser tratadas com respeito, fazer algo que tenha significado, aprender e sentir que pertencem a algum lugar", afirma Carlos Rodríguez-Lluesma, responsável de área de Comportamento Humano na AESE e professor no IESE Business School.
Nota-se no mundo de hoje que, como resposta à indefinição política, económica e social que todos vivemos, existe um exercício cada vez maior de autoritarismo na governação dos países, nas relações internacionais e na gestão das empresas.
Confúcio, filósofo chinês que nasceu em 551 a.C. quando refletiu sobre a velhice, teve esta frase maravilhosa: “A velhice é uma coisa boa e agradável. É verdade que somos gentilmente retirados do palco, mas depois recebemos um lugar tão confortável na primeira fila como espetadores”. Em contrapartida, ouvi alguém, recentemente, dizer que só quem se queixa sempre de dores é que é velho, porque alguém que não se queixa, conserva sempre um espírito jovem.
Estava eu em S. Paulo, no Brasil, a trabalhar e saudoso da comida portuguesa, quando me levaram, segundo os meus colegas de lá, ao melhor restaurante português da cidade. Seduzido pelo menu muito português, decidi-me por um Bacalhau à Brás que eu tanto gosto e que o empregado referiu como sendo uma das especialidades da casa.
Entrevista/ “A sustentabilidade não é um tema novo, mas continua a representar um desafio nos dias de hoje”
"A Lipor tem hoje um volume de negócios à volta dos 50 milhões, ativos superiores a 110 milhões de euros, emprega cerca de 250 colaboradores diretos e cerca de 150 indiretos, trabalha em 20 países e espera investir cerca de 500 milhões em novas fábricas até 2035", revela Fernando Leite, administrador-delegado da Lipor, que recebeu o Prémio Aluno Notável 2025 da AESE Business School.
Conta-se a história de que no Alentejo dois compadres discutiam com os amigos a honestidade. De repente, um diz para o outro: "Eu só conheço duas pessoas irrepreensivelmente honestas. Uma é aqui o meu compadre e a outra o meu compadre que o diga!"
Aparecem solicitações para resolver problemas adormecidos ou adiados, porque não havia urgência ou talvez recursos, podendo esperar. Muitos dos problemas respeitantes à educação e à saúde, não devem esperar, mas mobilizar o país para generalizar o ensino básico, erradicar uma doença: pode ser a tuberculose, o HIV, a raiva transmitida pela mordedura de um cão, a poliomielite, etc.
Se há coisa que o mundo precisa é de paz. No entanto, num mundo em que tudo se tornou relativo, parece cada vez mais difícil definir o que é paz.
A longevidade da vida humana é cada vez mais, felizmente, uma realidade. É evidente que ainda melhora este facto o associar-se uma cada vez maior qualidade de vida.É a evolução da medicina e de toda a tecnologia que ajuda a que assim seja.
A conferência “Empreender no Feminino: a realidade em Portugal”, organizada pela AESE Business School, reuniu durante uma tarde profissionais que estão a liderar a mudança no mundo dos negócios.
Muitos de nós, principalmente aqueles que estão na minha faixa etária, não se esquecem das horas que passamos a ver com os nossos filhos as histórias do “Bob, o Construtor”. Uma personagem muito popular na década passada para os mais pequenos.
Se um médico me disser por alguma razão que vai fazer o possível pela minha saúde, não são com certeza boas notícias. Por outro lado, se contratar um engenheiro para construir a minha casa e ele disser que vai fazer o possível para que a casa não caia, provavelmente vou procurar outro técnico que me dê mais garantias.











