A Smartex, deep-tech especializada no desenvolvimento de hardware e software que utiliza machine learning para detetar defeitos têxteis em tempo real, acaba de fechar uma ronda de investimento de 24,7 milhões de dólares.

Garantir uma produção mais sustentável e transparente na indústria da moda é o propósito da Smartex, start-up que concluiu uma ronda de 24,7 milhões de dólares (cerca de 25 milhões de euros), de Série A, liderada pela Lightspeed Venture Partners e o Build Collective, de Tony Fadell. Participaram ainda na ronda empresas como a H&M Group, DCVC, SOSV’s HAX, Spider Capital, Momenta Ventures, Bombyx Capital Partners, Faber e Fashion for Good com os quais a Smartex iniciou vários projetos com seus parceiros, como o Grupo Kering (Gucci, Balenciaga, etc), PVH (Tommy Hilfiger, Calvin Klein, etc) e Pangaia, entre outros.

Depois de no ano ter sido a vencedora do Web Summit 2021 PITCH Competition, a start-up volta a destacar-se com este reforço de investimento que lhe permitirá expandir o negócio de forma estratégica para novas geografias, continuar a aumentar a equipa e desenvolver linhas de produtos, referiu a start-up em comunicado.

Através de um processo de identificação automatizado, a Smartex  reduz o desperdício têxtil, as emissões de CO2, energia, água, tempo de produção e custo de capital, desligando automaticamente as máquinas de produção para evitar o desperdício de materiais. Garante, desta forma, a sustentabilidade e a rentabilidade de fábricas têxteis em todo o mundo.

Atualmente, a Smartex está a presente em vários mercados na Europa, Ásia Central, América do Sul e África, e em 2023 planeia expandir para a Ásia em 2023. Com um forte crescimento em receitas, clientes e número de colaboradores, a start-up continua a contratar talentos de diversos países para participar na missão de capacitar fábricas em todo o mundo a produzir com menos desperdício.

Comentários