Desde abril de 2013 que foram injetados mais de 117 mil milhões de euros em start-ups do Reino Unido. A notícia foi avançada depois do FEI ter congelado o investimento em fundos de capital de risco nas terras de sua majestade.

Os números são apresentados depois de uma investigação conduzida pelo Bond Dickinson, um escritório de advogados inglês.

Esta investigação teve em conta 5447 fusões e aquisições de start-ups (55%), joint ventures(1%) e compra de pequenas percentagens (44%).

Um grande número de negócios entre start-ups e empresas cresceu de 1326, entre 2013 e 2014, para 1536, entre 2015 e 2016.

Entre 2016 e este ano os números desceram com registos de apenas 1111 negócios efetuados. A culpa desta descida poderá ser do Brexit visto que o Fundo Europeu de Investimento congelou investimentos em fundos de capital de risco do Reino Unido.

David Hale, chefe do património privado e do setor de empreendedorismo do Bond Dickinson, refere que as “start-ups são muitas vezes desenhadas para desenvolver novas ideias, mas normalmente falta-lhes alcance no mercado, vias reguladoras e dinheiro para atingirem o seu potencial máximo. Por outro lado, as grandes organizações têm dificuldades em transformar o seu investimento em inovação”.

Por outras palavras, é esta simbiose entre as start-ups e as grandes organizações que forma a receita para o sucesso.

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