Receia ser vítima de ciberataque? A ex-responsável pela cibersegurança da Casa Branca revela algumas dicas.

Theresa Payton, ex-responsável pela cibersegurança da Casa Branca, fornece algumas dicas para as empresas se para protegerem digitalmente.

A preparar uma visita a Portugal em novembro, para participar numa masterclass com a Business Retreats, Theresa Payton, responsável pela cibersegurança da Casa Branca durante a presidência de George W. Bush, e atualmente CEO da Fortalice Solutions, partilha alguns conselhos para as empresas se protegerem de um eventual ataque cibernético.

Theresa Payton foi a primeira mulher a ser CIO da Casa Branca, foi vice-presidente sénior do Bank of America, entre 2004 e 2006, membro do conselho consultivo da UniCredit, tendo sido ainda homenageada como “Mulher Líder em Cibersegurança” em 2019.

Eis as dicas a que, segundo ela, as empresas devem estar atentas no dia a dia:

#Devem perceber o que estão a tentar fazer enquanto negócio, pensar como um cibercriminoso pode aproveitar-se e, a partir daí, pensar mais à frente.

#Criar várias camadas de defesa e em lugares diferentes, pois o burlão acredita que toda a gente opera de uma certa forma.

#Fornecer treinos periódicos aos colaboradores para que estes saibam como agir durante e após um ataque cibernético.

#Instruir e ensinar os colaboradores a não clicarem em links ou descarregarem anexos que não conhecem ou que lhes pareçam suspeitos.

#Assegure-se que sabe porque é que a sua tecnologia poderá falhar ou ser atacada e tenha um guião para se certificar da sua resiliência e recuperação. Desenvolva um manual e treino de resposta a incidentes cibernéticos em conjunto com líderes e colaboradores.

#Prepare-se para ataques que sequestram dados, o chamado “ramsomware”.

#Identifique e veja como tornar público o que quer que seja público e perceber como se podem manter privadas e seguras as coisas que precisam de continuar privadas.

#Avalie a pegada digital geral da organização.

#As redes sociais e programas de marketing de terceiros oferecem perigos escondidos que poderão, potencialmente, passar informação fulcral e importante dos clientes, sem que a empresa se aperceba e sem o consentimento do cliente.

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