INCoDe.2030 analisa empregabilidade num horizonte de 3 a 6 anos

Realizado pelo INCoDe.2030, em colaboração com a PwC Portugal e a McKinsey & Company, o “Estudo para a Empregabilidade (não TIC) no Futuro” identificou profissões prioritárias e desenvolver um quadro de referência de competências digitais.

O INCoDe.2030 divulgou recentemente os resultados do “Estudo para a Empregabilidade (não TIC) no Futuro”, numa análise que permite olhar para o emprego não TIC em Portugal e identificar as exigências de diferentes perfis profissionais, num horizonte de três a seis anos.

Realizado pelo INCoDe.2030, e com a colaboração da PwC Portugal e da McKinsey & Company, o estudo identificou profissões prioritárias e desenvolveu um quadro de referência de  competências digitais para o emprego. A par disso, foram também desenvolvidos percursos formativos no digital para cada profissão, com testes de diagnóstico para posicionamento numa jornada de formação.

Luisa Ribeiro Lopes, coordenadora geral do INCoDe.2030, explicou que “numa sociedade cada vez mais digitalizada, em que as profissões assentam de forma crescente em instrumentos digitais, é especialmente relevante assegurar que os trabalhadores e as trabalhadoras têm as competências para garantir o exercício da sua profissão”.  Desta forma, com este estudo “o INCoDe.2030 espera contribuir para o desígnio de ajudar empresas e colaboradores a superar os desafios impostos pela transição digital”.

Assim, entre os perfis profissionais priorizados, o estudo identifica profissões como auxiliar de saúde, bombeiro, cabeleireiro e barbeiro, contabilista, auditor, revisor oficial de contas e similares,  diretor e gerente de outros serviços, eletromecânico, eletricista e instalador de máquinas e equipamentos elétricos, empregado de bar, empregado de escritório em geral, empregado de mesa, empregado de serviços de apoio à produção, empregado dos centros de chamadas, encarregado de construção, encarregado da indústria transformadora, enfermeiros e enfermeiros especialistas, médicos especializados ou farmacêutico, entre muitos outros.

Refira-se que, com base na metodologia utilizada, as profissões selecionadas foram validadas por entrevistas a 15 empresas líderes de setor, 1 confederação patronal e 2 associações setoriais. A metodologia considerou as prioridades estratégicas à luz do Plano de Recuperação Económica para Portugal 2020-2030. Não foram incluídos na análise os setores da economia do mar, agrícola, gestão de transportes, biblioteconomia, arquivo e documentação e educação.

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