Comissão Europeia lança projeto para levar inovação digital às escolas. Portugal está na lista.

O projeto Assistência para o Desenvolvimento Escolar tem como principal objetivo promover a “inovação digital” em “escolas pequenas ou rurais” de seis Estados-membros da União Europeia.

A Comissão Europeia anunciou o lançamento do projeto Assistência para o Desenvolvimento Escolar que procura “promover a inovação digital” em “escolas pequenas ou rurais” de seis Estados-membros da União Europeia (UE), entre os quais se encontra Portugal.

Com um milhão de euros alocados ao projeto, o executivo quer “promover a inovação digital” em 120 escolas, em particular “pequenas ou rurais” e com “estudantes socialmente desfavorecidos”, de maneira a “enfrentar o desafio de generalização das tecnologias de informação e comunicação ao nível institucional”.

Até fevereiro de 2023, os parceiros do projeto irão “investigar e avaliar” conjuntamente “teorias e práticas de assistência” e “construir e animar comunidades práticas, baseadas em quatro escolas digitalmente avançadas em cada país, cada uma orientando quatro escolas em desenvolvimento”.

Dessa maneira, o executivo comunitário prevê que o projeto permitirá estabelecer “um conjunto de desafios comuns específicos enfrentados pelos Ministérios de Educação nacionais”.

Centro de Competência Europeu para o património cultural europeu
No mesmo âmbito, o executivo comunitário anunciou também o lançamento de um Centro de Competência Europeu, com um orçamento de três milhões de euros, para “preservar e conservar” o património cultural europeu.

Em comunicado, a comissão refere que o centro servirá para “digitalizar em grande escala o património cultural europeu em perigo, assim como coordenar competências multidisciplinares e mapear investigação”.

“O projeto procura iniciar a implementação da estrutura, organização e serviços do Centro de Competências, que irá funcionar enquanto infraestrutura virtual para fornecer competências, conselhos e serviços utilizando tecnologias de informação e de comunicação de última geração, com um enfoque especial na tecnologia 3D”, refere a Comissão.

Com uma duração de três anos, o Centro – que será coordenado pelo Instituto Nacional de Física Nuclear de Itália – estabelecerá assim um “espaço colaborativo digital” para a conservação do património cultural e “dará acesso a um repositório de dados, metadados e padrões e orientações”.

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