A campanha de angariação de fundos para aquisição de material de proteção médica STOP COVID-19 tem um novo objetivo: chegar aos 185 mil euros. A campanha termina amanhã.

Depois de já ter angariado mais de 100 mil euros para compra de material hospitalar, a campanha de angariação de fundos STOP COVID-19, lançada pela fintech portuguesa GoParity no âmbito do movimento tech4COVID19, alargou o prazo da campanha com o  objetivo de angariar 85 mil euros extra até ao final desta semana. Trata-se de uma verba,  que vai permitir reservar mais 50 máscaras FFP2 (no valor de 67.500 euros), a que se juntam os inevitáveis custos de logística total das encomendas.

Os donativos podem ser efetuados através de MB WAY (com funcionalidade “Ser Solidário”, transferência bancária ou cartão de crédito através do website  da iniciativa.

Até agora a campanha já contou com doações de mais de  três mil pessoas para compra de material hospitalar e conseguindo alcançar o objetivo inicial de 100 mil euros o que já garantiu duas encomendas de material de proteção médica, que incluem 58 mil máscaras FFP2 e mais de dois mil óculos de proteção (no valor total de 97.500€). Encomendas essas que estão a estão a caminho de Portugal e serão doadas ao Serviço Nacional de Saúde nos próximos dias. A primeira entrega de material será feita já esta semana aos Hospitais São João do Porto, Santa Maria e Garcia de Orta.

Entretanto, o Movimento tech4COVID19 conseguiu identificar novas oportunidades de compra de material de proteção médica, daí o novo objetivo de 185 mil euros.

O compromisso desta campanha é o de que todos os fundos serão usados exclusivamente para a compra de equipamento hospitalar, como fica patente no relatório de transparência publicado diariamente na página do projeto.

Nuno Brito Jorge, o CEO da GoParity, plataforma que está a acolher a campanha, agradece às pessoas e empresas que contribuíram para o sucesso da primeira campanha e apela “a que mais empresas e organizações se juntem a estas para que mais rápidos consigamos entregar resultados e apoiar a situação de emergência atual, até se começar a verificar a entrega de maiores quantidades de material no médio prazo”.

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