A Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, em Lisboa, apresenta sala de aula do futuro com auxílio a robôs, braços robóticos e outros dispositivos da empresa Beltrão Coelho. A exposição estará patente até amanhã.

A Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, em Lisboa, recebe até amanhã, dia 25 de novembro, uma exposição sobre ambientes inovadores de aprendizagem que pretendem mostrar como podem ser as salas de aula do futuro.

Durante a exposição, a Beltrão Coelho vai ter em demonstração equipamentos orientados para a educação STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática), nomeadamente o robô Kubo, que tem como objetivo a introdução à programação desde o ensino pré-escolar, os kits SAM Labs, que permitem aos alunos aprender a programar de uma forma simples e interativa, os kits de robótica WEEEMAKE, que permitem construir diferentes robôs, com recurso a um software de programação gráfica e Pynthon, a DOBOT, que integra equipamentos que vão desde braços robóticos a carros robôs programáveis, e impressoras 3D, capazes de levar a cabo impressão em filamentos coloridos, efetuar gravação a laser e entalhe (alto e baixo-relevo).

Os alunos terão ainda contacto com os Class VR, óculos de realidade virtual aumentada que permitem navegar pelos ícones e simular vivências em diferentes locais do mundo ou épocas da história, e com os painéis interativos, que detetam até 20 pontos de toque em simultâneo e permitem tirar notas, circundar e pintar diretamente no ecrã.

“Os jovens são o futuro e a educação deve seguir as tendências da tecnologia para cada vez mais ir ao encontro do que as gerações futuras vão precisar. O nosso envolvimento e parceria com as escolas nestes projetos é total e queremos continuar a sensibilizar a comunidade escolar para um uso responsável da tecnologia”, sublinha Bruno Coelho, responsável pela divisão de robótica da Beltrão Coelho, em comunicado.

Para a empresa, “os ambientes inovadores de aprendizagem, vulgo salas de aula do futuro, constituem uma enorme oportunidade para as escolas devido aos investimentos em curso no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com os Centros Tecnológicos Especializados e com os Clubes de Ciência Viva”.

Na exposição estarão ainda em destaque o robô Cruzr, que deteta rostos e, a partir daí, inicia a interação com o humano, respondendo a perguntas, por exemplo, e o Temi, que é capaz de acompanhar o utilizador enquanto este se movimenta.

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