Nem só de Silicon Valley surgem os projetos mais inovadores do mundo. Quem o diz é o World Economic Forum.

Nem só de Silicon Valley surgem os projetos mais inovadores do mundo. Quem o diz é o World Economic Forum. A lista anual das empresas mais inovadoras do mundo, recentemente divulgada por esta instituição, é reveladora de que a capacidade criativa e inovadora, nas mais diversas áreas de atividade, vai muito para além das fronteiras de Silicon Valley.

O WEF listou 61 start-ups em early-stage, cujas tecnologias estão, ou vão, mudar o mundo. É certo que algumas são de Sillicon Valley, mas são inúmeros os projetos de mercados emergentes de África, América do Sul e Europa. Muitas das empresas referenciadas já estão a utilizar inteligência artificial, assim como tecnologias biotech e blockchain. Canadá, Brasil, Suécia, Israel ou Quénia são algumas das muitas nacionalidades que podemos encontrar nesta lista.
Eis as empresas que o World Economic Forum considera pioneiras.

TOP 20

1928 Diagnostics – Suécia
Uma empresa sueca biotech que desenvolveu uma plataforma para melhor diagnosticar doenças infeciosas.

Agrosmart – Brasil
A brasileira Agrosmart usa sensores, dados meteorológicos e processamento de imagem para, em tempo real, ajudar os agricultores a geriremos as suas plantações.

Apeel Sciences – Estados Unidos
É uma food-tech start-up que criou um equipamento que faz com que os produtos e a comida fresca durem mais tempo.

Aqua Security – Israel
É uma empresa de cibersegurança que ajuda os clientes a segurar as suas modernas infraestruturas de software. A Microsoft é um dos investidores deste projeto que também tem a Hewlett Packard Enterprise como partner.

Armis – EUA
É uma empresa de segurança criada por dois ex-Google. As suas soluções ajudam empresas a
segurar os seus equipamentos.

BenevolentAI – Reino Unido
É uma plataforma de inteligência artificial que ajuda os programadores a criar um software que pode tirar proveito de informações não estruturadas em documentos científicos, patentes, informações de testes clínicos e de um grande número de conjuntos de dados estruturados. Focada na biotecnologia, a start-up quer descobrir novos medicamentos para tratar doenças como Parkinson e cancros raros.

Bestmile – Suíça
A Bestmile é uma plataforma on-line que ajuda as empresas a gerir e manter suas frotas atuais e futuras de carros, autocarros e camiões autónomos.

Blue Vision Labs – Reino Unido
Esta start-up desenvolve tecnologia que permite que várias pessoas usem a realidade aumentada ao mesmo tempo.

BitPesa –  Quénia
É uma plataforma de pagamento online que usa blockchain para permitir que os utilizadores na África subsaariana negoceiem bitcoins.

Cadenza Innovation – Estados Unidos
Fundada em 2012, pela química sueca Christina Lampe-Önnerud, a Cadenza Innovations utiliza tecnologia patenteada para tornar as baterias de lítio-iões mais seguras, mais baratas e capazes de reter mais energia.

CarePay – Quénia
Esta empresa queniana desenvolveu o “mHealth Wallet”, uma carteira móvel que permite aos utilizadores economizar, segurar e pagar os serviços de saúde.

Casetext – Estados Unidos
É uma start-up de tecnologia legal que permite que os advogados e as suas equipas façam upload de resumos legais e, em seguida, usem inteligência artificial para identificar outros casos e documentos relevantes.

Code.org – Estados Unidos
É uma organização sem fins lucrativos dedicada a expandir o acesso à informática para alunos do ensino médio, com foco no aumento da participação das mulheres e de minorias sub-representadas.

CognitiveScale –  Estados Unidos
Faz software que usa inteligência artificial e machine learning para organizar grandes quantidade de informações para empresas.

Color Genomics – Estados Unidos
Disponibiliza testes genéticos acessíveis para ajudar os clientes a analisarem o risco de terem cancro hereditário e problemas cardíacos.

Cohesity –  Estados UnidosA
Fundada por Mohit Aron, um dos primeiros funcionários do Google e co-fundador da Nutanix, esta empresa de armazenamento foi apenas a segunda de software empresarial a obter um investimento da empresa de capital de risco japonesa Softbank.

CUJO AI – Estados Unidos
Usa inteligência artificial para fornecer segurança cibernética para dispositivos domésticos, incluindo um recurso de controle parental aos filhos.

Delair – França
A Delair usa drones de longo alcance para recolher imagens aéreas, dando aos clientes uma visão de “águia” de um local de trabalho ou instalação.

Drive.ai – Estados Unidos
Iniciada por investigadores no laboratório de inteligência artificial da Universidade de Stanford, está produzir os “cérebros”, ou o software, que impulsiona carros autónomos.

Everledger –  Reino Unido
O blockchain Everledger fornece um sistema seguro que rastreia e armazena informações sobre a cor, quilate e número de certificado de cada diamante. A empresa espera reduzir e eliminar completamente o roubo, o tráfico ilícito e a fraude na indústria de diamantes e das jóias.

As restantes star-ups listadas pelo WEF

Comentários