O planeamento estratégico tem sido muito debatido enquanto ferramenta crucial de gestão e de poupança de recursos.

Ao planeamento estratégico estão associadas ferramentas como a gestão de tempo, planos a 60 dias, reuniões de equipa, gestão de recursos humanos e até mapas de tesouraria. Na verdade, o planeamento é algo transversal a todas as áreas de negócio e suas componentes.

Se sempre deveria ter assumido um papel preponderante na gestão das empresas, nos dias que correm, o planeamento torna-se mais decisivo que nunca. Com margens a diminuírem, taxas de impostos altas e recursos humanos exigentes, a arte de planear evita erros e despesas acrescidas.

Por experiência própria, os planos a 60, 90 ou 120 dias são a forma mais fácil e sistemática de organizar o nosso negócio. Permitem uma visão a curto e médio prazo que se adequa a todas as empresas e garantem ações em conformidade com o planeado. Do ponto de vista de marketing e comunicação, também estas iniciativas são essenciais. É impossível definir uma estratégia de comunicação consistente e com resultados, sem uma visão a longo prazo dos objetivos e metas a atingir.

Como forma de motivação, as equipas devem ser envolvidas e responsabilizadas pelo planeamento geral. Os objetivos têm de ser partilhados, assim como a visão e plano a seguir.

Embora com a prática se torne mais fácil preparar o futuro, todos os planos deverão incluir ou precaver situações inesperadas. Existem sempre oportunidades que vão surgindo e não as devemos nem podemos ignorar apenas por não irem de encontro ao definido.

Em empresas de grande dimensão, é recorrente existirem vários planos que depois são condensados num plano geral de desenvolvimento. Seja separado ou condensado, as principais áreas que deverão constar no planeamento são as vendas, marketing, formação, comunicação, recursos humanos e tesouraria.

Anos planeados com antecedência apresentam resultados sempre mais favoráveis, crescimento sustentável e equipas motivadas.

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