O I-Profile chegou a Portugal para ajudar as empresas a recrutar melhor e a conhecer mais profundamente o potencial dos seus recursos humanos. Esta é a aposta da Open Source Management (OSM).

“O trabalho desenvolvido ao longo de mais de 10 anos, a boa aceitação em diversos países e o feedback que temos tido nesta fase inicial, tornam-nos bastante confiantes de que o I-Profile vai ser uma ferramenta que vai ajudar empresas e empresários a avaliar melhor o seu capital humano, quer numa perspetiva de análise interna, quer em fase de recrutamento.” É desta forma que João Duarte, country manager da OSM em Portugal, fala do software que a empresa está a implementar no mercado nacional. Uma ferramenta que, através de uma abordagem 360.º permite diagnosticar, medir e atuar sobre alguns parâmetros chave de personalidade, visando o aperfeiçoamento do potencial humano.

O I-Profile tem como target preferencial organizações que tenham mais de cinco colaboradores, “e que tenham a ambição de conquistar melhores resultados, ou atingi-los de forma mais rápida”, assim como as empresas e consultoras de recursos humanos que pretendam evitar custos de não em contexto de recrutamento”, refere o country manager da OSM.

Mas afinal como funciona esta ferramenta ? João Duarte explica: o I-Profile é constituido por um questionário e o respetivo relatório, em que as correlações entre as respostas dadas permitem um grau de precisão bastante elevado, identificando síndromes e padrões de comportamento. Através da análise do topo da organização, estendendo-se até aos seus colaboradores, permite identificar características comportamentais, como por exemplo, sentido de organização, auto-motivação, stress, auto- disciplina, assertividade, gestão de  recursos humanos, tolerância, aptidão para vendas, proatividade e expansividade, que, complementando com algumas características secundárias, dizem de que forma a empresa deve atuar no sentido do aumento da produtividade e eficiência dos membros da equipa.

“Através das ações de consultoria da OSM Portugal e no âmbito do programa Leadersity, o líder conseguirá ter uma grande perceção da forma como consegue criar um grupo altamente motivado, desenvolvendo habilidades de delegação e gestão de tempo, ao mesmo tempo que trabalha os aspetos mais frágeis detetados pelo resultado do teste. Também desenvolverá técnicas de comunicação direcionadas ao perfil de cada colaborador, tornando-se assim capaz de conquistar pequenas e grandes audiências e de  desenvolver a sua gestão financeira e aperfeiçoar as skills de vendas e influência. Tudo isso contribuirá para uma melhoria do funcionamento orgânico da empresa traduzindo-se em melhores resultados”, assegura o country manager da empresa.

João Duarte lembra ainda que um dos desafios que as empresas enfrentam atualmente é alocar de forma correta os seus recursos humanos. “Os seus valores pessoais devem estar sempre em sintonia com os valores que fazem a organização funcionar”, lembra.

Contudo, para este profissional isso não significa que as habilidades técnicas não sejam importantes. No entanto, em comparação com as habilidades comportamentais, são mais fáceis de avaliar. “Como poderemos ter a certeza que um técnico exímio, terá a a motivação de aprender novas competências? Pensar de forma inovadora? Ter a capacidade de lidar com o fracasso? Assimilar feedback? Cumprir com as suas responsabilidades? Colaborar com os colegas de equipa? Ser flexível e não demasiado obstinado? A diferença entre duas pessoas com as mesmas competências técnicas que poderão levar a empresa ao sucesso, é a sua atitude”, analisa.

Face a este leque de possibilidades, e tendo em conta a precisão dos resultados alcançados no conhecimento dos diversos traços de personalidade de cada indivíduo, a OSM pretende ser um parceiro das empresas.“Cada vez mais é importante conhecer de forma mais profunda as equipas e os candidatos que a pretendem integrar. Uma mera análise curricular revela-se cada vez mais insuficiente no processo de recrutamento e seleção. Uma ferramenta como o I-Profile é um instrumento indispensável para adequar cada indivíduo a cada função e evitar “erros de casting”, salienta aquele responsável. Aliás, acredita que num futuro, não muito distante, nenhum recrutador vai tomar decisões sem ter respaldo numa avaliação mais aprofundada e independente. “É precisamente neste contexto que o I-Profile se  pretende posicionar, sendo parte integrante do processo de decisão, pretendendo alcançar a liderança de mercado nesta área, que será uma tendência incontornável no setor dos recursos humanos”, conclui.

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