Releia os artigos de opinião desta semana dos colunistas do Link to Leaders.

#Flores, descontos e pastéis de nata“, por Rita Viegas, millennial convicta e gestora de Projetos na OZ Energia
O calendário marcou recentemente mais um Dia Internacional da Mulher e muito se escreveu, comentou e fotografou sobre este dia. Confesso-vos que tentei, mas não fui capaz de deixar passar a data sem, também eu, escrever sobre ela.

Como elaborar convites“, por Isabel Amaral, especialista em protocolo e comunicação intercultural
Nos tempos que correm há muitas maneiras de convidar pessoas a participar numa atividade. Para situações mais informais, pode-se convidar pelo telefone ou enviar o convite por mensagem eletrónica, tendo em atenção que os convites digitalizados carregam muito as caixas de correio e até podem ir parar à caixa de SPAM. Se não se obtiver respostas ao fim de uma semana, terá de ser feito um “follow up” para saber se foram recebidos.

Mulheres (e Homens) Incompetentes“, por Belén de Vicente, CEO da Medical Port
No dia 8 de março, a demógrafa Maria João Valente Rosa disse no jornal Público, comentando os vários estudos fantásticos que a Fundação Francisco Manuel dos Santos tem feito sobre as mulheres, uma frase que me fez pensar muito: “A sociedade será igualitária quando tivermos mulheres incompetentes como CEO de empresas”.

Três alternativas aos raminhos de flores no Dia da Mulher“, por João Vieira da Cunha, escritor
Dia 8 foi o Dia da Mulher. O Dia da Mulher é um dia que me deixa contente porque é um dia em que se festejam muitas conquistas difíceis: o direito ao voto, o direito ao trabalho e o direito à propriedade (o site “School of Feminism” tem uma série de posters com uma lista de grandes e pequenas conquistas).

A quem interessa o empreendedorismo?“, por Patrícia Jardim da Palma, Escola de Liderança e Inovação do ISCSP
Estamos a viver a Revolução 4.0, caraterizada pela confluência das tecnologias digitais, físicas e biológicas, que se prevê vir a produzir transformações gigantescas no mercado de trabalho e na própria sociedade.

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