A missão é do Global CEO Alliance Club, que anunciou a sua chegada no World Business Angels Investment Forum.

Transformar CEOs em business angels. Este é o objetivo por trás da criação do Global CEO Alliance Club. Em 2017, líderes do G20 anunciaram o foco nos business angels como sendo uma medida necessária para estabilizar a economia, revelando também que o número de investidores deste género está longe de atingir os números desejados.

A ideia deste novo clube vem incidir exatamente neste ponto: preparar os CEOs para se tornarem investidores anjo qualificados, de forma a dinamizarem e apoiarem as categorias de start-ups em que são especialistas.

O World Business Angels Investment Forum (WBAF) diz acreditar que, se for dada a oportunidade aos CEOs de aprenderem os princípios básicos dos investimentos enquanto business angels, a economia mundial pode beneficiar substancialmente.

Isto, porque um CEO que se torne business angel – mesmo depois de se reformar – pode contribuir para o desenvolvimento económico ao investir em start-ups, o que, por consequência, pode ajudar na criação de novos empregos, a trazer maior justiça social e novas fontes de riqueza.

Apesar deste novo grupo diminuir a lacuna no conhecimento dos CEOs em relação aos investimentos, o presidente do WBAF, Baybar Altuntas, contou – neste artigo – o que um antigo líder de uma empresa lhe disse depois de se tornar business angel: “afinal é muito mais fácil e interessante do que esperava. A parte que achava ser difícil, as mecânicas de investimento, afinal não era. Damos dinheiro a uma start-up em troca de uma percentagem do projeto. Não importa perder muito tempo com preocupações dos detalhes do negócio, especialmente quando se começa a investir. Não é assim que se ganha neste jogo. Quando ouvimos as pessoas a falar de um business angel bem-sucedido, não dizem “ele tem uma preferência de liquidação de x4”. Dizem “ele investiu na Google”.

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