Quando chega a altura de conversar com os investidores, a qualidade da equipa é decisiva. Porque, por muito boa que seja a ideia e o conceito em causa, se a capacidade de execução falhar, dificilmente irá conseguir captar investidores.

Falar de start-ups é falar igualmente num dos seus mais importantes componentes: a equipa. Nesta matéria, reina a unanimidade entre os experts do empreendedorismo, uma vez que sem uma estrutura de recursos humanos sólida, focada e comprometida com os objetivos do projeto, o risco deste fracassar pode ser uma realidade.

O negócio até pode começar com uma boa ideia mas ela depende de muitos fatores de mercado que podem obrigar o empreendedor a alterar a trajetória e a equipa vai ter de se adaptar à nova realidade, mudar o plano de execução e fazer reajustes estratégicos. Os elementos da start-up  são decisivos na capacidade de se adequarem a novas realidades. E esta é uma mais- valia quando chega a hora de “vender” o seu projeto a um potencial investidor.

Quando uma start-up,  que ainda está no estado inicial, vai falar com um potencial investidor,  este  não olha para o modelo de negócio que ainda nem sequer provado. O investidor vai olhar, essencialmente, para a equipa e não tanto para ideia subjacente à start-up, por muito boa, inovadora e surpreendente que seja. Vai averiguar se está perante uma equipa completa e se esta demonstra capacidade de conseguir adaptar-se, seja a que momento ou circunstância for, e estar à altura do desafio quando a empresa começar a crescer.

Por isso, não descure os recursos humanos que o vão apoiar na implementação da empresa, ou seja, quem verdadeiramente vai passar a sua ideia à prática. Faça-se acompanhar de bons profissionais e as probabilidades de sucesso serão certamente maiores.

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