Um estudo realizado pelo Center for American Entrepreneurship concluiu que 43% das maiores empresas americanas foram fundadas por imigrantes ou filhos de imigrantes.

Quase metade das 500 maiores empresas norte-americanas foram fundadas por imigrantes ou filhos de imigrantes, de acordo com a pesquisa efetuada pelo Center for American Entrepreneurship. O trabalho foi elaborado a partir da edição de 2017 da Fortune 500, uma lista publicada anualmente com as 500 maiores empresas americanas.

Esta análise conclui que 18,4% das empresas da referida lista foram fundadas por, pelo menos, um imigrante. A Google é um desses exemplos, uma vez que Sergey Brin, um dos seus fundadores e atualmente presidente da Alphabet, nasceu na Rússia.

Por outro lado, 24% dessas empresas, tem entre os seus fundadores um descendente direto de imigrantes. Veja-se o caso de Steve Jobs. O fundador da Apple é filho de um imigrante sírio.

No conjunto das 500 empresas que integram a lista da Fortune são 216 as que têm raízes em imigrantes, ou seja, 43% do total. Há, contudo, uma oscilação percentual em função dos sectores. Por exemplo, 45% das empresas de alta tecnologia foram fundadas por imigrantes ou pelos seus filhos. É o caso da Tesla de Elon Musk, nascido na África do Sul. Já nos sectores dos serviços para negócios, com 14%, da saúde, com 5%, media e entretenimento, com 9%, as percentagens são menores.

Para além dos exemplos mais recentes, existem alguns casos centenários de empresas norte-americanas, de projeção mundial, criadas por imigrantes ou seus descendentes. Henry Ford era filho de um imigrante irlandês, Walt Disney era filho de um canadiano e Estée Lauder (fundadora da Clinique) era filha de húngaros.

Fonte: Center for American Entrepreneurship

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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