Um relatório da StartupBlink colocou Portugal entre os 25 países com melhores políticas governamentais no que diz respeito ao ecossistema de start-ups.

O governo português ficou em 25.º lugar no ranking que mede a eficiência governamental nas políticas de start-ups. A lista foi desenvolvida pela StartupBlink, organização responsável pela analise e avaliação de 125 países e 950 cidades com base na robustez dos respetivos ecossistemas.

De acordo com um Tweet recente feito pela organização, é possível que Portugal venha a subir nesta lista, visto que tem um “ambiente solidário” para com este tipo de projetos. No topo do ranking destinado aos países encontram-se os Estados Unidos, o Reino Unido e o Canadá. Saliente-se, ainda, que seis dos dez primeiros países são europeus.

No caso ranking das cidades, são seis as norte-americanas que entram na lista, com São Francisco e Nova Iorque a liderarem. Em Portugal, no top cinco de cidades encontramos Lisboa, Porto, Braga, Funchal e Coimbra.

A StartupBlink frisou o trabalho realizado pela StartUP Portugal e pela Startup Lisboa como canais governamentais importantes para as iniciativas portuguesas. Numa publicação feita no seu site pode-se ler que a “StartUP Portugal é a estratégia do governo português para encorajar o empreendedorismo, desenvolver o atual ecossistema, financiar oportunidades e [ajudar à]internacionalização. Através desta iniciativa, as start-ups podem também aproveitar o apoio financeiro em vez de recorrerem a empréstimos bancários. Para além disto, há cerca de 20 medidas a caminho através deste programa, como o StartUP Voucher, onde há apoio na fase de ideação [de projetos].”

No caso específico de Lisboa, a plataforma que avalia ecossistemas empreendedores por todo o mundo salienta a importância da entrada da Web Summit em Lisboa. Na mesma publicação pode ler-se que “uma história de sucesso recente das start-ups lisboetas foi quando a Web Summit, uma conferência global de tecnologia, foi mudada de Dublin para Lisboa. Isto aconteceu devido ao buzz que o cenário de start-ups [de Lisboa]estava a ter e por haver uma infraestrutura melhor”.

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