Conheça as principais conclusões do 14.º barómetro económico do Kaizen Institute Portugal.

A confiança dos administradores e CEOs das médias e grandes empresas em Portugal continua a crescer. 71% dos inquiridos do estudo feito pela sucursal portuguesa do Kaizen Institute acreditam que o crescimento económico português se deve à melhoria da conjuntura económica internacional, mas que poderá vir a divergir da média europeia.

A 14.ª edição do barómetro realizado pela consultora apresenta um mundo de médias e grandes empresas cada vez mais otimista. O nível de confiança e otimismo, que em 2017 se andava nos 12,6 valores, este ano fixa-se 13,1.

No que diz respeito às prioridades do governo, 37% dos gestores acreditam que as medidas para este ano devem passar por reduzir o défice. Perto de um quinto dos inquiridos vêem a redução fiscal como uma das medidas prioritárias.

Produtividade:
Questionados sobre a produtividade dentro das suas organizações, 50% afirmam que aumentou. Neste mesmo campo, 44% revelam que esta componente se manteve inalterada.

EBITDA:
Relativamente aos lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização, para 51% dos inquiridos há uma tendência crescente. Por outro lado, 40% mantêm este parâmetro estável dentro das suas organizações.

Orçamento de Estado:
Neste ponto, 54% dos CEOs das organizações avalia o orçamento de Estado como neutro no que diz respeito ao crescimento económico, que se estima em 2,2% em 2018. Para 71% dos inquiridos este crescimento deve-se à melhoria da conjuntura económica internacional.

Desafios empresariais para 2018:
Segundo revela o estudo, 33% dos gestores veem como desafios para este ano o aumento da rentabilidade da empresa. Já para 21%, o objetivo passa por modernizar e otimizar os produtos e/ou serviços. Um quinto indica, ainda, o crescimento do volume de negócios como desafio, bem como o aumento da competitividade.

Economia digital:
No desafio da digitalização, 62% dos envolvidos no estudo revela que a estratégia das suas empresas neste tema passa pelo investimento moderado. Por outro lado, 31% indicam que o objetivo neste campo envolve um forte investimento. No que diz respeito à adaptação dos trabalhadores ao mundo digital, enquanto que 38% revelam que não existe qualquer tipo de plano, 37% indicam que irão investir nesta área nos próximos cinco anos.

Comentários