YouTube, Instagram e Snapchat são atualmente as plataformas mais populares entre os jovens norte-americanos. O Facebook parece estar a perder pontos.

Até há bem pouco tempo, o Facebook era a rede social dominante entre os jovens norte americanos, mas algo está a mudar neste segmento já que a popularidade desta plataforma parece estar a sofrer alguma quebra. A descoberta resultou da mais recente pesquisa efetuada pelo Pew Research Center ao revelar que, hoje em dia, o Facebook é usado aproximadamente por pouco mais de metade (51%) dos norte-americanos entre os 13 e os 17 anos, uma percentagem abaixo dos 85% que usam o YouTube, dos 72% utilizadores de Instagram e dos 69% que usam Snapchat.

Esta mudança é apenas um exemplo de como a tecnologia está a evoluir entre os adolescentes e de como os smartphones são quase omnipresentes nas suas vidas. Aliás, revela a pesquisa, quase 95% dos jovens tem acesso pelo menos a um smartphone e 45% dizem estar constantemente online.

Fonte: Pew Research Center

 

O estudo do Pew Research Center, realizado entre 7 de  março e 10 de abril deste ano, também revelou que não existe um consenso óbvio entre os  jovens sobre o efeito que estes canais digitais têm no seu dia a dia. Os números oscilam: 45% dos inquiridos pensa que a influencia não é positiva nem negativa, enquanto cerca de 31% considera que é muito positiva e 24% aponta para efeitos negativos.

Regra geral, os jovens tendem a usar plataformas semelhantes, independentemente das suas caraterísticas sócio-demográficas. Ainda assim existem exceções, uma vez que o estudo aponta para o facto de que é mais provável que os jovens de menos recursos optem pelo Facebook, face aos que provêm de locais com mais capacidade económica.

Também existem algumas diferenças na frequência de utilização da Internet de acordo com o género, raça e etnia. Os adolescentes hispânicos são um exemplo disso porque estão constantemente mais ligados à net (54%) do que os brancos (41%).

Outro objeto de entretenimento para os jovens norte-americanos, na faixa etária em análise, são as consolas: 84% tem acesso a uma e utiliza videojogos de qualquer tipo. Neste campo, o crescimento tem sido notável desde 2015. No universo dos jovens latinos, por exemplo, a proporção de jogos ativos neste  grupo subiu 10% neste período.

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