O desafio está lançado às mulheres com projetos na área do ambiente. As candidaturas à 10.ª edição do Prémio Terre de Femmes já estão a decorrer. Estão em jogo 18 mil euros.

A Fundação Yves Rocher volta a desafiar as mulheres eco-empreendedoras a participarem na 1.ª edição do Prémio Terre de Femme. Tem como foco projetos na área do ambiente e podem concorrer, até 8 de outubro, todas a mulheres com mais de 18 anos, que tenham projetos já implementados, quer seja de forma independente, quer através de uma estrutura sem fins lucrativos ou entidade com objeto social.

Segundo a organização do concurso, a edição deste ano introduz algumas alterações face às anteriores. Assim, serão distinguidos três projetos e o prémio total será de 18 mil euros (10 mil para a primeira classificada, 5 mil para a segunda e três mil para a terceira). As candidaturas serão analisadas por um júri constituído por  personalidades ligadas a diferentes instituições entre as quais a Secretaria de Estado do Ambiente, quadros de Investigação do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, organizações ambientais e parceiros ligados à comunicação social.

A par dos prémios atribuídos pela edição portuguesa, a vencedora fica também habilitada ao Grande Prémio Internacional, no qual participarão mais de uma dezena de países, concretamente Alemanha, Espanha, França, Itália, Marrocos, México, Portugal, Rússia, Suíça, Turquia e Ucrânia. Neste caso, o prémio será de 10 mil euros.

Recorde-se que em 2015 a vencedora internacional foi a biológica portuguesa Milene Matos. A iniciativa o Prémio Terre de Femmes realiza-se em Portugal desde 2009 e, deste então, já distinguiu 22 mulheres e apoiou com mais de 100 mil euros projetos com impacto social, ambiental e económico.

No ano passado, a vencedora nacional foi Estrela Matilde, uma alentejana que vive na Ilha do Príncipe e onde criou a Cooperativa de Valorização dos Resíduos e orienta um grupo de mulheres que desenvolvem jóias a partir de garrafas de vidro recicladas.

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