Tem uma start-up relacionada com o oceano? O programa de aceleração Blue Bio Value está à procura de projetos que representem uma oportunidade de negócio dentro da cadeia de valor dos recursos biológicos marinhos.

O objetivo é ajudar a escalar soluções ligadas ao oceano e transformá-las em sucessos globais. Para além de poderem ganhar 7.500 euros, as equipas inscritas terão acesso a encontros de networking, onde poderão conhecer alguns dos maiores players da indústria, e a sessões de mentoria. Entre os mentores encontram-se nomes como Alexandre Barbosa (Faber Ventures), António Lucena de Faria (Fábrica de Startups), Helena Vieira (FCUL) e Gonçalo Rebelo de Andrade (Hovione Capital).

Depois do sucesso da primeira edição, onde foram aceleradas 13 start-ups oriundas de seis países, este ano, a organização vai expandir os seus bootcamps para o Norte, até à Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica e à CIIMAR. A estas junta-se a lisboeta Impact Hub.

Quem pode participar?
A Blue Bio Value está à procura de start-ups que, no mínimo, estejam em fase de lançamento ou que já tenham construído um protótipo. As equipas têm de ter entre duas e quatro pessoas e estar dispostas a dedicar cinco semanas das suas vidas ao programa de bootcamp.

As candidaturas podem ser entregues na página oficial da aceleradora até ao dia 21 de junho.

O balanço de 2018
Relembre-se, ainda, que em 2018 houve três projetos vencedores e que receberam 15 mil euros cada: a holandesa Hoekmine e as portuguesas SEAentia e Undersee.

“Estas empresas destacaram-se não só pelo potencial do seu negócio, mas também pela dedicação e, sobretudo, evolução ao longo do programa de aceleração. Para nós, é um enorme motivo de orgulho ver que empresas que acelerámos têm ganho prémios a nível internacional e reconhecem a importância do Blue Bio Value no crescimento e sucesso alcançados”, referiu Miguel Herédia, responsável pelo programa Blue Bio Value na Fundação Oceano Azul, sobre os projetos vencedores.

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